Realização profissional: 4 perguntas para fazer a si mesma

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Todo mundo vivencia a ansiedade do futuro e realização profissional. Afinal, crescemos com aquela frase “O que eu vou ser quando crescer?”. E aí a gente cresce e escolhe um curso e ainda não responde bem esta frase porque dentro de cada curso, há suas especialidades, e diante uma imensidão, precisamos escolher uma. Ou ainda que você não curse o ensino superior, escolher uma profissão, uma carreira a seguir, parece uma escolha ainda mais difícil, não é mesmo? Mas vamos por partes, tudo sempre tem uma solução. Sentir realização profissional muitas vezes é diferente de ter sucesso profissional. Eu entendo que sucesso profissional está muito ligado a parte econômica, reconhecimento, status e prestígio. Tudo isso pode tornar alguém realizado profissionalmente? Claro! Só que para algumas pessoas, não. Isso explica o fato de alguém ser, por exemplo, uma excelente executiva, ter um nome no mercado, ganhando muito bem, mas simplesmente não é feliz. Ela não se sente realizada profissionalmente.

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Eu conheci a história de um cara que formou-se em direito e seis meses depois passou em um concurso para ser advogado da União. Talvez esse seja o sonho de muitos estudantes de direito e advogados, porque é isso que os tornaria bem sucedido e realizados profissionalmente. Mas para este cara, não. No relato ele conta que simplesmente era infeliz no exercício daquele cargo. Ele não sentia-se completo. Ele relatava que “tinha medo de morrer sendo advogado da União’’. E por quê? Porque ele poderia ter obtido sucesso profissional, mas não estava REALIZADO PROFISSIONALMENTE. Diante desta situação, ele tornou-se Coaching, um dos maiores do Brasil, e pediu exoneração do cargo. Exemplo como esse nos mostra que realmente nem sempre o sucesso profissional irá nos tornar felizes, realizados em nossa profissão. Independentemente de cargo, ou salário. Portanto, independentemente de possuírmos um curso superior ou não, precisamos escolher BEM por onde queremos ir em nossa vida profissional.

Muitas vezes, precisamos levar em consideração não somente a alta remuneração que a empresa nos oferece, mas principalmente nos responder 4 perguntas:

1- “Eu vou me sentir feliz aqui?”;

2- “A carga horária está de acordo?”;

3- “É nessa função que eu realmente quero atuar?’’;

4- “É dessa pessoa, exercendo essa função, que eu vou ter orgulho de contar futuramente?”.

Às vezes precisamos dar um passo para trás para podermos da dois passos para frente!

E lembre-se: Independentemente da sua situação atual HOJE (com curso superior ou não) a MELHOR profissão é aquela que te deixa feliz. Que te faz esquecer que dia da semana é, e que te deixa bem no domingo ao saber que na segunda, começa mais uma semana de trabalho!

E então, você está realizado profissionalmente? Se não, essa é a hora de rever suas escolhas e projetar um novo futuro.

— ♥ —

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ESPAÇO CRIATIVO GWS: TUDO QUE ROLOU NA OFICINA DE ESCRITA COM CLARA AVERBUCK

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

No último sábado, rolou no espaço pela segunda vez, a Oficina de Escrita Criativa com a talentosa Clara Averbuck, escritora com mais de 7 livros publicados, considerada literatura de consumo com influência da subcultura pop. Os textos da Clara são tão incríveis, que já viraram até peça. “Máquina de Pinball”, seu primeiro livro, ganhou adaptação para o teatro, roteirizado por Antônio Abujamra e Alan Castelo, em 2003. Este e outros dois livros também inspiraram o diretor cinematográfico Murilo Salles que produziu o filme Nome Próprio, em 2006/2007, com Leandra Leal no papel principal.

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Clara que também é uma das editoras do site  Lugar de Mulher sentiu a necessidade de desenvolver essa oficina exclusiva para mulheres depois de perceber que as editoras recebem três vezes menos originais de livros escritos por mulheres do que por homens. É porque tem pouca mulher escrevendo? Não. É porque as mulheres desistem antes mesmo de enviar seus livros. Há muitas mulheres inseguras com sua escrita, com vergonha de mostrar, com medo de errar, duvidando de seu potencial.

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A oficina nada mais é do que juntar um grupo de mulheres e fazer com que elas se sintam estimuladas a escrever e a compartilhar. Escrever e ler suas criações e perceber que é possível. É impressionante perceber que algumas garotas chegam tímidas, inseguras e terminam lendo seus escritos em voz alta. O objetivo é exatamente esse:  Para que mulheres criem mais segurança em relação a seus textos, em um espaço seguro.

oficina de escrita com clara averbuck

Como bem disse a Clara durante a oficina: “Escrever é se expor” e exercitar essa exposição aos poucos é fundamental. Maravilhoso acompanhar mulheres escrevendo, produzindo e destravando! Já estamos ansiosas para uma próxima oficina com a Clara. E você?

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Pra saber quais são os próximos cursos que vão rolar lá no Espaço, é só ficar ligada nas nossas redes sociais, na lojinha virtual, ou assinar nossa newsletter! Conheça o Espaço Criativo GWS.

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Espaço Criativo GWS: Tudo que rolou no workshop consultoria de estilo para mães com Thais Farage

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Depois de ter filho, tudo muda: o corpo, a cabeça, o coração. A mulher precisa ceder mais, fazer concessões importantes e quase não dá tempo de pensar só na gente. Da sua própria vivência e também da experiência como consultora de estilo, a Thais Farage criou o workshop de estilo exclusivo para mães, para ajudar mulheres nessa fase da vida a se encontrarem, se reconhecerem e a comunicarem, novamente, quem são.

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Thais em ação!

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As garotas falando sobre autoimagem 

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Mood

O workshop foi lindo e emocionante porque rolou muito mais que papo sobre moda. Teve desabafos e descobertas. Um dos pontos mais interessantes do workshop foi como Thais abordou o conforto e como esse conceito é completamente individual e a necessidade de cada mulher é completamente diferente.

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Teve nosso chá exclusivo sim!! Tem pra vender no Espaço Criativo GWS

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Presentinhos: Nosso fanzine e adesivo, colar Paula Velloso e cupcake da Oh, Darlin! cupcakes

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Nuta, Thais e Marie!

Com certeza elas aprenderam como valorizar e celebrar seus corpos, mas também um pouco sobre estilo, autoestima e com vontade de colocar idéias em prática, testar coisas novas ou aquelas que elas acreditavam que não cabiam mais em seu papel de mãe e ficando mais felizes com a própria imagem. Encontro lindo e já estamos ansiosas por mais Thais no Espaço Criativo GWS!

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Seja você mesma, mas de verdade! Use sua autoestima.

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

“Seja você mesma”. Se você acompanha meus posts aqui no GWS a muito tempo, sabe que eu sempre bati nessa tecla e sempre fui de escrever textões muito pessoais, principalmente sobre algumas conclusões que fui chegando ao longo da vida em relação a autoestima, amor próprio, relacionamentos e minha jornada sobre ser mulher. De uns tempos pra cá, devo admitir que tenho sentido pouca vontade de escrever e compartilhar. Eu não parei de escrever e continuo na minha trajetória de me desenvolver e de me conhecer cada dia mais, mas por algum motivo eu bloqueei a vontade de compartilhar por aqui minhas mudanças, descobertas, vontades e conclusões. Eu demorei um tempo para entender realmente por que isso estava acontecendo e eu acho que é por isso que levei tanto tempo para escrever esse post. No fundo, eu sabia que tinha mais a ver com o que eu estava vendo por aí, principalmente nas redes sociais, do que diretamente comigo, ou algo que eu não queria compartilhar.

seja voce mesma de verdade

Imagem tumblr 

Outro dia a Carol Guido postou a seguinte mensagem no instagram dela e eu peço licença para reproduzir aqui:

“É fácil encontrar-se preso nas crenças de outras pessoas. Não porque você tem uma mente fraca ou as pessoas têm más intenções. É porque quando você presta atenção às palavras dos outros sem se sintonizar com sua intuição, você corre o risco de pegar bagagens que não são suas.
Com o tempo o peso fica mais pesado, diferentes tipos de bagagem começam a se juntar com outras e você faz o seu melhor para levá-las. Ou você se vê lutando com tarefas simples em sua vida diária, porque você nem percebe o peso que você está carregando.
É hora de sintonizar consigo mesmo. Seja o curador de suas próprias crenças. Manter uma mente aberta, ouvir os outros, levá-lo em consideração, mas não se esqueça de estar presente e atento, então você só leva o que você precisa. Crenças que pertencem a você não vai colocar mais peso sobre seus ombros. Elas irão tirar dos seus ombros o que você está desnecessariamente carregando. Não se envolva com o que vai contra a sua intuição.”

Esse texto caiu como uma luva, não para o que eu estava sentido, mas exatamente com o que eu estava com medo de fazer outras pessoas sentirem, ou simplesmente, o que eu estava vendo acontecer por aí o tempo todo. Percebi que eu estava com medo de influenciar porque cada dia que passava eu percebia que as pessoas se sentiam seguras e abraçadas quando um grupo de pessoas lhes diziam exatamente como elas deveriam sentir, pensar, agir e falar. Isso ficou tão claro pra mim que foi um pouco desesperador. Sempre me perguntam por que o GWS não tem grupo no facebook. “Todo blog tem!” “De tal blog é tão legal”. Eu não duvido que seja. Mas eu digo que o GWS já viveu essa fase (afinal, começamos como um grupo no finado orkut que virou uma comunidade de amigas online e offline) e eu aprendi demais com esse grupo. Aprendi principalmente que quando muita gente se junta, pessoas dos mais diferentes tipos, com diferentes vivências, intenções e energia, aquele espaço pode gerar muita coisa legal, construtiva e interessante, mas mesmo com a melhor das intenções, de alguma forma acaba virando um livro de regras com hierarquia de participantes e acabamos levando esse livro de regras pra nossa vida real.

Eu tenho total consciência da relevância que o GWS tem e teve em temas como feminismo, autoestima e desenvolvimento pessoal e profissional. Mas definitivamente eu não quero ser pra vocês e não quero que o GWS ou meus posts, se tornem um livro de regras de comportamento, de linguagem e de pensamento. Somos muitas, somos únicas e somos diferentes. Podemos e devemos pensar diferente quando o assunto for autoestima, dieta, cirurgias, relacionamentos, virgindade, aborto, beleza, apropriação cultural, gênero, moda, estilo… A lista não teria fim. Tudo que eu menos quero é que a leitora do GWS não pense por si própria. Tudo que menos quero é que vocês leiam algo e tornem aquilo a verdade absoluta da vida de vocês e reproduzam por aí com bordões de “seja menas”.

seja voce mesma

O feminismo, a autoestima e nosso desenvolvimento pessoal é extremamente particular. Nossas opiniões e atitudes só precisam ser coerentes para uma pessoa: Nós mesmas. Não é saudável para o nosso crescimento como ser humano ter medo de expor nossos pensamentos, ideias e conclusões. O seu processo de descobrimento e desenvolvimento é só seu. Não acelere, não finja acreditar no que não acredita, não se sinta culpada por pensar o que você pensa e o mais importante: Não tenha medo de mudar de ideia. O medo e a insegurança só distanciam a gente de nós mesmas e tudo que queremos ser. Tô escrevendo esse post pra te dizer que você deve se distanciar de tudo que te faça se sentir pressionada, com medo ou culpada por suas crenças e forma que você leva a vida, ou por você ter mudado. Temos que ser livres. Pra pensar agir, falar, mudar de ideia, voltar atrás, mudar de novo. Se construir, se reconstruir. Então se você faz parte de um grupo online ou offline que você não se sente livre para se expressar ou ser quem você quer ser, pode ter certeza, esse não é o lugar pra você. A vida não é um livro de regras pré estabelecidas e o mundo não foi construído com ideias imutáveis e nós também não devemos ser. Muita coisa que aprendemos, hoje sabemos o quanto absurdas são, mas não se engane. Muita coisa que estamos ouvindo agora, em um futuro vamos perceber o quanto radicais, não saudáveis e erradas são. Não se deixe levar pela massa, ou pelo grupo que você participa. Mantenha sempre seu senso crítico. Esse post maravilhoso chamado: imersos na cultura, não temos capacidade de detectar coisas controversas, do “Não sou exposição” aborda um pouco sobre isso.

Vocês já assistiram o filme “A Onda“?  Se não, assistam e vocês vão entender o que eu estou querendo dizer. O filme lida com um assunto extremo, mas não é diferente do que estamos vivendo ultimamente com outras questões. Em resumo, queria dizer que quero voltar a compartilhar mais da minha trajetória de desenvolvimento por aqui e nas redes sociais. Mas gostaria muito que vocês soubessem que nem eu, nem o GWS fazemos parte de nenhuma caixinha, de nenhum movimento, crença ou grupo. Somos independentes e livres. Exatamente como eu desejo que vocês sejam.

— ♥ —

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