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Seja de plumas, pelúcia, algodão ou sintéticos, as jaquetas, estolas, coletes e boleros de pelos prometem elevar o termômetro fashion de qualquer produção. Aliás, por falar em termômetro, é natural que essas peças sejam pouco usadas no Brasil (muito menos no Rio) por já terem sido tachadas de “exclusivamente invernais”.


Well, vamos repensar isso, people! Um colete sem mangas cai muito bem com um vestidinho estampado, trancinhas e rasteiras num climinha mais boho. O mesmo pode ser usado com uma regata e shorts jeans detonados como fazem tão bem Erin Wasson e Mary-Kate.

As plumas tem uma pegada mais glam e combinam com salto alto e máxi bijoux e, além de coletes, também funcionam em saias.

Então está lançado aqui nosso desafio fashion: Faux Fur no Brasil! Eu já fiz o test drive no Fashion Rocks e suuuuper aprovo!

E, por favor, compartilhem suas opiniões!

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A gente aqui do GWS adora fazer “apostas”, já notaram? Sempre indicamos modelos, bandas novas que achamos que merecem estourar, fotógrafos… e aqui vai mais uma aposta nossa!

Eron Falbo nasceu em Brasília, onde formou sua primeira banda, Os Julianos, conquistando sucesso local e fazendo shows em cruzeiros. Em 2008, com o fim da banda, Eron passou a se dedicar à sua carreira solo e fez até uma mini turnê pelos Estados Unidos em um festival de música folk.

Agora ele está em Londres, produzindo seu primeiro álbum com ninguém menos que Bob Johnston (produtor de grandes nomes como Bob Dylan, Johnny Cash, Leonard Cohen…). O álbum está em fase de mixagem e ainda não tem previsão de lançamento.

Além de músico, Eron também é escritor e começou a escrever seu primeiro romance, entitulado “Action: Sinistro”, onde conta um pouco da sua juventude em Brasília de forma divertida e envolvente (eu já tive a oportunidade de ler os primeiros capítulos!!). O livro também não tem previsão de lançamento.

Fizemos uma mini entrevista com ele, confere:

GWS: Hoje em dia, todo mundo que quer fazer música, monta uma banda. Por que você decidiu se dedicar à carreira solo?

Eron Falbo: Porque com uma banda você tem que pegar senha e esperar na fila. Sozinho você pode quebrar tudo.

GWS: Que tipo de música você considera fazer, rock ou folk?

EF: O Rock’n'Roll é uma alusão direta ao sexo. O folk é indireto. No fundo o que diferencia o que chamamos de gênero musical é o ritmo e a produção. Eu mexo com vários ritmos. Existe uma tocha que carregamos à frente, uma espécie de conselho de veto do conservadorismo, uma garantia da liberdade, isso se chama Rock, e eu participo.

GWS: Suas influências musicais são claras, mas são todas antigas. Consegue citar alguém atual que te influencie? Você pretende ser a “salvação” do folk?

EF: O disco do Little Joy é muito bom. O primeiro disco dos Strokes é fantástico. Franz Ferdinand tem uns hits inovadores. ”Are You Gonna Be My Girl” do Jet, a versão do single (a que todos conhecemos) é um dos maiores hits de TODOS os tempos. Arctic Monkeys é talvez a banda mais completa dos 00’s. Gosto muito também de Rufus Wainwright, de Kings of Convenience… Estamos vivendo em tempos dourados da música, é só saber procurar. Eu não sou a salvação de nada, mas quero ser a salvação do meu cheque-especial.

GWS: Como surgiu a oportunidade de trabalhar com um grande nome como Bob Johnston? Conta um pouco dessa experiência.

EF: Eu quero contar algo novo pra vocês, porque vocês merecem algum insight único, algo que não se lê na wikipedia. A oportunidade surgiu da clareza de minha determinação. Eu só iria gravar minhas músicas se fosse com o Johnston, e então eu gravei com ele. Os detalhes são irrelevantes. Caminhamos sobre espinhos tentando nos manter leves o bastante para não afundar.

Veja o “Behind the Scenes” feito durante a gravação:



GWS: Porque você decidiu ir trabalhar sua carreira em Londres? Acha que no Brasil não tem espaço pra sua música?

EF: Se todas as ruas levam a Roma, todas as pontes-aéreas passam por Heathrow, o aeroporto de Londres. Eu fui magnetizado por Londres pela história recente do mundo ocidental. Como diz Sinatra sobre Nova Iorque: “If you can make it here, you’ll make it anywhere”. O Brasil tem espaço sim para minha música, mas por enquanto o portal do mundo é aqui. Isso não significa que abandonei o Brasil, só vim pra frente da batalha e estou representando o Brasil sempre que posso, o Brasil e o Flamengo.

GWS: O meio musical é super concorrido e vários fatores são determinantes para o sucesso. Você tem um “plano B”? O que você tem a dizer pra garotada que quer seguir esse caminho?

EF: Eu não acredito muito em “planos B”. Acredito que conseguimos tudo que queremos e o que desmotiva a maioria das pessoas é que nunca conseguimos exatamente quando queremos. Se o plano B for uma forma diferente de atingir a vontade A tudo bem, mas fingir que é possível ser feliz sem seguir os próprios sonhos é preguiça. Eu sou um péssimo exemplo para os jovens. Mas se quiserem ser como eu, roube todos os bancos que conseguir e diga ao juiz que eu disse que estava tudo bem.

GWS: Conta pra gente um pouco do “Action: Sinistro”. Porque esse título? Quais são suas influências literárias?

EF: Meu primeiro romance é um desabafo como a obra de qualquer artista. É minha primeira obra literária de longa extensão. Por isso eu experimentei à vontade. O título eu ainda não entendi muito bem, mas parece um título de filme de ação barra-pesada com péssimos diálogos. É um pouco cínico. Minhas influências são muitas. Pra esse estilo que utilizei, acredito que tem a ver com o método “Gonzo Journalism”, de escrever sobre fatos reais e o jornalista ser um personagem principal por viver as experiências que ele descreve. Aí é tipo Jack Kerouac ou Hunter S. Thompson. O meu é ficção e é sobre Brasilia, que é fictícia de qualquer jeito. Imagine Odisseu viajando pelo Eixão.

GWS: Você começou a escrever esse romance há mais de um ano. Quando pretende publicá-lo?
EF: Estou esperando o lançamento do disco. Os jovens gostam mais de música do que de livros. Meu livro vai surfar na fama do meu disco, eu espero.

GWS: O que você acha da moda e qual a sua relação com ela? Como você define seu estilo?
EF: “Ah Cozzela, eu acho que a moda já tá fora de moda, né!” – Ronnie Von

A moda é a vaidade que une a sociedade. Sem ela não teríamos nada em comum a não ser as nossas fantasias individualistas. Uma nação é um grupo de pessoas que adotou modas parecidas. Eu acredito num mundo globalizado. Mesmo assim a evolução é garantida pelo diferente, a criação de novas tendências, a reinterpretação de antigas. Quem fala que não gosta da moda, só tem preguiça de aprender o que a moda é.

A minha moda pessoal é regida por um idealismo romântico, mas ao mesmo tempo com um humor cínico. A decadência elegante, a audácia irreverente da auto-crítica espelhando a sociedade sem sair dela, algo assim. Isso quando estou com vontade de brincar, senão visto a primeira coisa que vejo. Por isso sempre mantenho meu guarda-roupas atualizado, para que qualquer coisa seja uma coisa boa.

GWS: O que acha da cena musical brasiliense de hoje? Tem alguma banda que merece destaque?
EF: Brasilia é líder musical no Brasil, qualquer um sabe disso. As melhores bandas do momento em Brasilia são The Pro e Watson. Quem ouvir por último é a mulher do padre.
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E agora, nossa rapidinha de sempre!

- Ídolo?
Diógenes de Sínope
- Filme de faroeste favorito?
3:10 to Yuma. Desculpe, Sergio Leone.
- Fama?
Desde que não seja temporária.
- Lugar?
Com a companhia certa vou até pra São Paulo.
- Escritor?
To numas de Gabriele d’Annunzio.
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Gostaram? Eu morri de rir!
Conheçam o trabalho dele:
- My Space
- You Tube

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10

“Para cada minuto gasto em organização, uma hora é ganha.” – Anônimo.

Vida de GWS é boa, mas nem sempre é fácil. Mulheres modernas que somos, temos que cuidar dos estudos e/ou do trabalho, dar atenção pro ser amado, manejar as tensões familiares e ainda arrumar um tempinho para nós mesmas. A coisa é tão complicada que nem sempre conseguimos dar conta de tudo e aí vem aquela sensação horrorosa de não ser dona da própria vida…

Quando eu fazia parte da empresa junior da faculdade estava vivendo esse pesadelo contemporâneo e fui “convidada” a aprender sobre administração de tempo. No começo fiquei com um pouco de raiva do “convite”, mas hoje reconheço que me ajudou demais. Como imagino que muitas de vocês possam estar experimentando dificuldades em ter “só” 24 horas por dia, seguem algumas diquinhas que me ajudaram muito a equilibrar a vida pessoal e estudantil. Espero que sejam úteis!

♥ Liste todas as suas atividades, indicando o prazo que tem para completá-las (se houver), tempo de realização e nível de prioridade. Exemplo: (1) Estudar para a prova de física. Prazo: 17/04. Tempo necessário de estudo: 8 horas. Prioridade: Alta.

♥ Volte ao item anterior e inclua no que você já descreveu até aquelas coisas que você não considera atividades nem tarefas, como o tempo que você quer dedicar ao macho ou fêmea e os minutinhos de ócio diário para salvaguardar a saúde mental. Parece coisa de obsessivo, mas guardar horas no dia pra fazer o que você gosta é absolutamente essencial – se não fizer isso, você corre o risco de deixar o descanso e o lazer de lado pra dar conta do trabalho ou do estudo, se desgastar e ainda chatear as pessoas que gostam de estar com você. Exemplo: (2) Assistir Gossip Girl. Prazo: Próxima quarta às 21hs. Tempo: 1 hora/semana. Prioridade: Alta.

♥ Volte mais uma vez ao primeiro item e seja um pouco menos severa consigo mesma. Se você não consegue estudar por duas horas initerruptas sem surtar, não é porque programou que vai conseguir. Respeite seus limites e adicione minutos de intervalo quando achar que precisa deles. (1) Estudar para a prova de física. Prazo: 30/03. Tempo necessário de estudo: 10 horas (8 horas + 30 minutos de intervalo a cada 2 horas). Prioridade: Alta. (2) Assistir Gossip Girl. Prazo: Próxima quarta às 21hs. Tempo: 1 hora/semana. Prioridade: Alta.

♥ Organize suas atividades em calendários ou agendas de acordo com a sua preferência. Eu, pessoalmente, sempre mantenho um calendário mensal onde anoto atividades extraordinárias como entregas de trabalho, idas ao médico e aniversários, e um semanal onde distribuo minhas tarefas por horário. Sou bizarra e sempre faço esse planejamento semanal na última folha do caderno da vez – quando a semana acaba, arranco a folha e começo outro.

♥ Revise seu planejamento. Não deu pra cumprir tudo o que havia se proposto hoje? Então trate de remanejar as atividades do resto da semana levando esse trabalho extra em consideração.

Parece complicado, mas garanto que é muito recompensador ficar livre daquele feeling de fim de mundo e sentir que está dando conta da própria vida. A cada semana, você vai aprendendo mais sobre os próprios limites e hábitos e a programação se torna cada vez mais eficiente. Além de tudo, ter idéia de quanto tempo você tem livre também ajuda na hora de dizer “não” quando alguém te pede um daqueles favores infelizes… Não acredita? Experimenta e me conta.











