beleza

30
abr

OBS: oi, dei uma atualizadjenha na foto que tava errada, ok?

Por Manu Giácomo:

Há uns 5 anos me depilo com cera quente. No inicio a mudança entre raspar os fios e depila-los foi tão cômoda que eu fui ignorando os outros contra-tempos da cera. Mas com o tempo tornaram-se insuportáveis!
Ter que esperar “crescer” para a ida ao salão valer a pena, gastar fortunas e mesmo assim ficar naquela perigosa fase de “entressafra” (ahuahauhaua) podendo pintar um feriado na praia de uma hora pra outra??
Não dá né!!


Pensei no laser…muito caro. Pensei em voltar a raspar (nossa, think again!) Pensei em virar hippie e fazer um come back dos 60´s ahuahuahau . No final das contas usei creme depilatório, folhas prontas em casa e nada parecia funcionar. Eis que surge na minha vida o Satinelle Ice da Phillips.
Meus problemas acabaram! Bem organizações tabajara mesmo!!

Confesso que quando “descobri” o satinelle não levava muita fé no aparelho não…Pensei que doesse a beça, se não doesse era pq cortava os pelos ao invés de arrancar pela raiz (afinal no pain no gain) e que não seria um bom negócio. Comecei a pesquisar em comunidades orkut afora (afinal nada melhor do que fóruns orkutianos para descobrir coisinhas) e todo mundo super recomendando e bla bla bla…

Mesmo assim, ainda um pouco desconfiada, resolvi compra-lo até pq a Phillips da 90 dias de garantia para testar o produto. Na mesma semana uma amiga de faculdade que tem um modelo antigo me deu algumas informações e dicas pessoalmente.
Encomendei pela americanas.com e eis que o pacotão chega aqui em casa na véspera do feriado!!
Minha mãe indo viajar com a perna cabeludésima (foi mal aê mãe), ahuahua, e fui correndo testar nela e nooooooooooooossa, saiu tudo e “nem doeu” segundo ela

Até ai tudo bem, Testei em mim também, fiz perna, axila mas não tive coragem de fazer virilha, e realmente não senti dor, senti puxadas, claro, mas nada que seja muuuito doloroso, até porque meus pelos já são mais finos após anos de cera quente, e olha que nem usei a placa do satinelle, vc a coloca no congelador, vira “gelo” e acoplada ao aparelho alivia a dor!!

Agora a prova dos 9, quanto tempo será que vai demorar pra crescer denovo?? Será que vai nascer espetando?? Bom, já faz 1 semana e 4 dias que fizemos e até agora nenhum pelo deu sinal de vida!!
Dois dias depois tomei coragem para ir na virilha, olha, vou te falar que doeu sim, mas nada que te impeça de fazer uma “manutenção” na região com a amiga placa de gelo acoplada de tempos em tempos
Não poderia estar mais feliz, nunca mais gastar fortunas depilando (so virilha cavada de vez em quando né minha gente? Não sou contorcionista do cirque du soleil!!) Nunca mais ir pra praia na “entressafra” ahuahuahau e ter os mesmos benefícios da cera quente (que…vá lá…da um acabamento mais perfeito but who cares??)
Se tiver paciência, esfoliar direitinho alguns dias antes e depois tenho certeza de que qualquer mulher com o problema depilatório que for (e só nós sabemos como estes problemas variam de uma para a outra) consegue ser feliz com Satinelle ice!

(Alguém pode apresentar o satinelle a Michelle Rodriguez??)

Satinelle Ice na Americanas.com por R$378,00

moda

28
abr

Por Karla Gironda:

SAAD
Estréia marcada pela competência

Inaugurada recentemente, a SAAD participa pela primeira vez do Crystal Fashion, e já de cara encerra o evento. Tal escolha não poderia ter sido melhor, além das roupas maravilhosas, a marca deu um show de competência e profissionalismo: quem produziu o desfile foi o renomado stylist da revista Vogue, Fábio Ishimoto, e o resposável pela trilha sonora foi o DJ Giancarlo Lorenci, conhecido por criar trilhas para nomes como Reinaldo Lourenço, Carlota Joakina, Glória Coelho e Eduardo Suppes.

Luciana Saad, proprietária da marca, veio especialmente para Curitiba, conferir o trabalho de perto.
A marca, que fugiu um pouco dos padrões vistos anteriormente, arriscou e acertou ao se inspirar na Índia. Por que arriscou? Bom, o tema Índia já havia sido explorado pela marca masculina V.Rom, no verão de 2008, e segundo o release deles, a questão dos temperos orientais também serviu de base para montar a cartela de cores das roupas – a V.Rom é dos sócios Marcos Mion, Ricardinho Mansur e Turco Loco. Outro ponto crítico é o fato da Índia estar em voga pela novela Caminhos das Índias, que passa no horário nobre da Rede Globo.

Com muita estamparia e cores fortes, o que se viu na passarela foi: uma lista gigantesca de “mamãe, eu quero TUDO”. Brincadeiras à parte, SAAD, assim como a TNG (não assisti ao desfile, mas vi fotos) e a Track&Field, ressucita o veludo molhado nos paletós; a nova modelagem vem em cores lisas e estampadas, que proporciona um efeito furta-cor maravilhoso. Nesta coleção o couro também apareceu, como costume, em calças mega justas, mas com detalhes diferenciados, que proporcionaram uma cara nova.


O brilho, tanto em acessórios quanto nas roupas, foi extremamente utilizado pela marca. Até o forro, muitas vezes deixado de lado, recebeu atenção especial; em cetim, a cor predominante é o azul royal. Outras peças que chamaram a atenção durante o desfile foram a segunda pele preta, utilizada com todos os tipos de roupas (inclusive com vestidos de festa), os casacos de pele e os vestidos variados, que iam dos micros até os longuetes.


Conhecida por possuir linhas próprias de sapatos e maquiagem, Saad trouxe cores diversas para os pés em saltos absurdamente altos, e muito vermelho para a boca das mulheres, bem como olhos carregados no preto.

moda

28
abr

Por Karla Gironda:

Rosa Chá : Outono-Inverno 2009
Desfile é marcado por pés machucados

Apesar dos modelos de biquínis e maiôs lindíssimos, a Rosa Chá pecou ao escolher uma sandália extremamente desconfortável e desproporcional ao pé das modelos. Não havia garota que conseguisse se equilibrar em cima do salto, e (in)felizmente uma das garotas caiu, parte das demais resolveu aderir ao movimento “estou desfilando de biquíni, pra quê sandália?” e desfilou com as sandálias na mão.


Para esta coleção, a Rosa Chá diz ter se inspirado na música e na arte brasileira, porém isso não se refletiu de modo algum na trilha sonora, e se isso se refletiu somente nas roupas, com certeza passou desapercebido. A coleção, em si, é bonita e colorida, mas não diz muito sobre as idéias iniciais.


O crepe prevaleceu nos tecidos das parkas, vestidos, pantalonas e chemises. Alguns modelos também apareceram na seda. Esses tecidos garantiram a fluidez, e a feminilidade sempre proposta pela marca, sem deixar de lado a versatilidade e o glamour. Além da dupla P&B, a cartela de cores é rica: tons de açafrão, amarula, berinjela, goiaba, turquesa e vermelho-tomate.


Em boa parte dos modelos, viu-se o que já estava sendo visto nos demais desfiles: xadrezes e listras. Inclusive para as roupas de praia – tanto os biquínis e maiôs, quanto as sungas, vieram em modelagens clássicas com estampas diferenciadas e coloridas.

*Meninas, desculpem a demora para postar a sequência!!!

moda

22
abr

Por Karla Gironda:

Liliana Castellaños : Outono – Inverno 2009
Elegância e feminilidade

Foi com muito charme e elegância, que a marca homônima da estilista boliviana, Liliana Castellaños, encerrou o terceiro dia de desfiles do XX Crystal Fashion. A marca possui boutiques e lojas espalhadas pelo mundo inteiro, inclusive suas roupas são utilizadas pelas coroas da Espanha, por aí já se pode perceber o nível da coisa. E Curitiba é a única cidade do Brasil a ser contemplada com filial da loja.

Como sempre valorizando o algodão produzido a partir dos pêlos das alpacas e lhamas, o que se viu na passarela foram diversos casacos, jaquetas, mantas e paletós. Bem como saias, vestidos e calças extremamente justas. Uma verdadeira linha de alta-costura. E tudo isso acompanhado de uma belíssima trilha sonora, galgada na música erudita.

Em um segundo momento, as modelos entraram com vestidos pretos de diversas modelagens, ditando assim a moda festa para este inverno. Tais roupas vinham com bordados, aplicações de pedrarias, franjas, e com tecidos plissados e volumosos.

Para os não tão interessados numa moda clássica, mas ao mesmo tempo versátil (combinando perfeitamente com a mulher/empresária/socialite moderna), o auge do desfile foram as meias-calças estampadas, as luvas (vermelhas e amarelas) e as botas coloridas (uma mescla do country com o couro de cobra). Eu mesma já fiz a minha wishlist da loja, com asteriscos triplos para as meias de oncinha e azul.

Mesmo refinada, as roupas possuíam cores vibrantes – com destaque para as tonalidades do roxo berinjela -, e cortes inovadores. Um ou outro modelo que aparecia nos clássicos preto e branco, e também nos tons sóbrios do marrom, marfim e cinza, mas mesmo assim os acessórios vinham em tons contrastantes, quebrando com a seriedade.

Infelizmente, a estilista não pode comparecer ao evento como no evento anterior, devido a um desfile em sua terra de origem. Para substituí-la, frente às modelos, fora escalada a atriz Luli Mueller, conhecida pela sua personagem, Gilda, em Paraíso Tropical. Luli entrou com uma das camisetas da campanha “Nobre é contribuir” do Hospital Pequeno Príncipe.

* as fotos são do evento, minha camera deu pau =/ na verdade a memoria queimou!!

moda

21
abr

Por Karla Gironda:

Indiada e Cavalera : Inverno 2009
E o xadrez está com TUDO

As tendências são basicamente as mesmas, mas as propostas e os desfiles bem distintos. O xadrez da Indiada vem numa versão mais rústica. Já o da Cavalera vem seguindo uma linha mais moderna e arrojada (e por que não dizer rock’n'roll), e não aparece sozinho, vem em meio a outras estampas escolhidas para esta coleção.

Indiada – moda aventura

Com inspiração na cultura dos países Argentina, Brasil, Chile e Uruguai, a coleção de inverno, denominada SUR, vem com tecidos quentes e aconchegantes. E apesar da inspiração sul-americana, as camisas de flanela apresentadas, tanto masculinas quanto femininas, lembram bastante as camisas utilizadas pelos lenhadores norte-americanos, não só pelo material, mas pela padronagem das cores: vermelho com preto e amarelo, verde claro com marrons e bege, e verde escuro com amarelo, marrom e vermelho.


Na passarela se viam saias, calças, ponchos (ou capas), camisas, jaquetas gordinhas, moletons e blusas de lã, e além do xadrez, as estampas lisas e as listras também estiveram presentes, seguindo a mesma cartela de cores. Essas padronagens apareciam tanto sozinhas quanto mescladas. O que foi um risco, pois algumas blusas ficaram com cara de pijama, especialmente a segunda utilizada pelo modelo Paulo ‘estorvo na passarela’ Zulu.


Os cortes e modelagens são simples, a única peça que foge um pouco do padrão, até do elemento cultural, é a calça saruel – que tem se tornado febre a cada estação. O modelo apareceu com duas versões: uma no jeans – sendo o zíper substituído por botões na linha da virilha em ambos os lados – e outra em malha – numa versão mais larga nas pernas. Nos pés se viam muitas botas com franjas e sem salto, o que tem tudo a ver com o lado aventureiro da marca. Para o público masculino tem se pólos, blusas de lã, com ou sem zíper e golas altas.


No geral, o desfile é bonito e a trilha o triplo, com versões instrumentais de músicas como Bizarre Love Triangle do New Order. Um dos poucos defeitos, ao meu ver, foi a presença de Zulu, que só serviu para causar atrasos na passarela, pois parava o tempo todo para fazer pose para tietes e fotógrafos.

Cavalera e Parintins

“A Cavalera nasceu com o rock e não vai nunca deixar isso de lado. Além do mais, Parintins é muito rock’n'roll e tem tudo a ver com a marca. O Brasil tem que conhecer e valorizar o folclore daqui”. Esta é a explicação dada pelo proprietário da marca, Alberto “Turco Loco” para a coleção de inverno deste ano.


As estampas são fortes e coloridas, e, assim como na Indiada, vêm com modelagens que atendem tanto homens quanto mulheres. Inclusive os sapatos de bico fino, que aparecem em 4 versões: onça, preto, azul e vermelho. Fugindo do comum, a estampa de onça aparece simples, e ao mesmo tempo vibrante. Além das pintas, o rosto do animal também é estampado e tudo vem numa única cor (marrom), sendo o fundo também em cor lisa (amarelo, branco, ou vermelho).


Tanto nos cabelos quanto nas roupas, as penas aparecem com diversas cores e tamanhos. Outras figuras fortes nas roupas são as estampas com rostos indígenas e imagens florais (árvores, flores, vitórias-régias). Bolinhas, xadrezes e roupas lisas também têm seus destaques. Um dos diferenciais da marca, em relação aos outros desfiles, é versatilidade das roupas e estampas, que se mostram numa coleção unissex. Um exemplo é a calça skinny preta com bolinhas brancas.


As meias-calças parecem vir com tudo para este inverno, elas vêm em diversas cores e padronagens. E diferente das meias vistas no desfile da Pura Mania, estas são finas e transparentes, proporcionando uma melhor visibilidade dos padrões apresentados. Uma peça, que, com certeza, vai virar item obrigatório em todos os guarda-roupas das garotas estilosas desse Brasil.


Mesmo que o público presente tenha ido pela marca, boa parte só foi devido à presença confirmada do ex-BBB7, Diego ‘loiro azedo’ “Alemão”. E coitados destes, que só sabiam berrar no início do desfile… Levaram um tremendo de um bolo e sem direito a explicações da assessoria de imprensa (assim que eu souber fofoco aqui pra vocês).

e amanhã tem mais…

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