abr
09
OBS: oi, dei uma atualizadjenha na foto
que tava errada, ok?
Por Manu Giácomo:
Há uns 5 anos me depilo com cera quente. No inicio a mudança entre raspar os fios e depila-los foi tão cômoda que eu fui ignorando os outros contra-tempos da cera. Mas com o tempo tornaram-se insuportáveis!
Ter que esperar “crescer” para a ida ao salão valer a pena, gastar fortunas e mesmo assim ficar naquela perigosa fase de “entressafra” (ahuahauhaua) podendo pintar um feriado na praia de uma hora pra outra??
Não dá né!!

Pensei no laser…muito caro. Pensei em voltar a raspar (nossa, think again!) Pensei em virar hippie e fazer um come back dos 60´s ahuahuahau . No final das contas usei creme depilatório, folhas prontas em casa e nada parecia funcionar. Eis que surge na minha vida o Satinelle Ice da Phillips.
Meus problemas acabaram! Bem organizações tabajara mesmo!!
Confesso que quando “descobri” o satinelle não levava muita fé no aparelho não…Pensei que doesse a beça, se não doesse era pq cortava os pelos ao invés de arrancar pela raiz (afinal no pain no gain) e que não seria um bom negócio. Comecei a pesquisar em comunidades orkut afora (afinal nada melhor do que fóruns orkutianos para descobrir coisinhas) e todo mundo super recomendando e bla bla bla…
Mesmo assim, ainda um pouco desconfiada, resolvi compra-lo até pq a Phillips da 90 dias de garantia para testar o produto. Na mesma semana uma amiga de faculdade que tem um modelo antigo me deu algumas informações e dicas pessoalmente.
Encomendei pela americanas.com e eis que o pacotão chega aqui em casa na véspera do feriado!!
Minha mãe indo viajar com a perna cabeludésima (foi mal aê mãe), ahuahua, e fui correndo testar nela e nooooooooooooossa, saiu tudo e “nem doeu” segundo ela
Até ai tudo bem, Testei em mim também, fiz perna, axila mas não tive coragem de fazer virilha, e realmente não senti dor, senti puxadas, claro, mas nada que seja muuuito doloroso, até porque meus pelos já são mais finos após anos de cera quente, e olha que nem usei a placa do satinelle, vc a coloca no congelador, vira “gelo” e acoplada ao aparelho alivia a dor!!
Agora a prova dos 9, quanto tempo será que vai demorar pra crescer denovo?? Será que vai nascer espetando?? Bom, já faz 1 semana e 4 dias que fizemos e até agora nenhum pelo deu sinal de vida!!
Dois dias depois tomei coragem para ir na virilha, olha, vou te falar que doeu sim, mas nada que te impeça de fazer uma “manutenção” na região com a amiga placa de gelo acoplada de tempos em tempos
Não poderia estar mais feliz, nunca mais gastar fortunas depilando (so virilha cavada de vez em quando né minha gente? Não sou contorcionista do cirque du soleil!!) Nunca mais ir pra praia na “entressafra” ahuahuahau e ter os mesmos benefícios da cera quente (que…vá lá…da um acabamento mais perfeito but who cares??)
Se tiver paciência, esfoliar direitinho alguns dias antes e depois tenho certeza de que qualquer mulher com o problema depilatório que for (e só nós sabemos como estes problemas variam de uma para a outra) consegue ser feliz com Satinelle ice!
(Alguém pode apresentar o satinelle a Michelle Rodriguez??)
Satinelle Ice na Americanas.com por R$378,00
abr
09
Por Karla Gironda:
SAAD
Estréia marcada pela competência
Inaugurada recentemente, a SAAD participa pela primeira vez do Crystal Fashion, e já de cara encerra o evento. Tal escolha não poderia ter sido melhor, além das roupas maravilhosas, a marca deu um show de competência e profissionalismo: quem produziu o desfile foi o renomado stylist da revista Vogue, Fábio Ishimoto, e o resposável pela trilha sonora foi o DJ Giancarlo Lorenci, conhecido por criar trilhas para nomes como Reinaldo Lourenço, Carlota Joakina, Glória Coelho e Eduardo Suppes.
Luciana Saad, proprietária da marca, veio especialmente para Curitiba, conferir o trabalho de perto.
A marca, que fugiu um pouco dos padrões vistos anteriormente, arriscou e acertou ao se inspirar na Índia. Por que arriscou? Bom, o tema Índia já havia sido explorado pela marca masculina V.Rom, no verão de 2008, e segundo o release deles, a questão dos temperos orientais também serviu de base para montar a cartela de cores das roupas – a V.Rom é dos sócios Marcos Mion, Ricardinho Mansur e Turco Loco. Outro ponto crítico é o fato da Índia estar em voga pela novela Caminhos das Índias, que passa no horário nobre da Rede Globo.
Com muita estamparia e cores fortes, o que se viu na passarela foi: uma lista gigantesca de “mamãe, eu quero TUDO”. Brincadeiras à parte, SAAD, assim como a TNG (não assisti ao desfile, mas vi fotos) e a Track&Field, ressucita o veludo molhado nos paletós; a nova modelagem vem em cores lisas e estampadas, que proporciona um efeito furta-cor maravilhoso. Nesta coleção o couro também apareceu, como costume, em calças mega justas, mas com detalhes diferenciados, que proporcionaram uma cara nova.

O brilho, tanto em acessórios quanto nas roupas, foi extremamente utilizado pela marca. Até o forro, muitas vezes deixado de lado, recebeu atenção especial; em cetim, a cor predominante é o azul royal. Outras peças que chamaram a atenção durante o desfile foram a segunda pele preta, utilizada com todos os tipos de roupas (inclusive com vestidos de festa), os casacos de pele e os vestidos variados, que iam dos micros até os longuetes.

Conhecida por possuir linhas próprias de sapatos e maquiagem, Saad trouxe cores diversas para os pés em saltos absurdamente altos, e muito vermelho para a boca das mulheres, bem como olhos carregados no preto.
abr
09
Por Karla Gironda:
Rosa Chá : Outono-Inverno 2009
Desfile é marcado por pés machucados
Apesar dos modelos de biquínis e maiôs lindíssimos, a Rosa Chá pecou ao escolher uma sandália extremamente desconfortável e desproporcional ao pé das modelos. Não havia garota que conseguisse se equilibrar em cima do salto, e (in)felizmente uma das garotas caiu, parte das demais resolveu aderir ao movimento “estou desfilando de biquíni, pra quê sandália?” e desfilou com as sandálias na mão.

Para esta coleção, a Rosa Chá diz ter se inspirado na música e na arte brasileira, porém isso não se refletiu de modo algum na trilha sonora, e se isso se refletiu somente nas roupas, com certeza passou desapercebido. A coleção, em si, é bonita e colorida, mas não diz muito sobre as idéias iniciais.

O crepe prevaleceu nos tecidos das parkas, vestidos, pantalonas e chemises. Alguns modelos também apareceram na seda. Esses tecidos garantiram a fluidez, e a feminilidade sempre proposta pela marca, sem deixar de lado a versatilidade e o glamour. Além da dupla P&B, a cartela de cores é rica: tons de açafrão, amarula, berinjela, goiaba, turquesa e vermelho-tomate.

Em boa parte dos modelos, viu-se o que já estava sendo visto nos demais desfiles: xadrezes e listras. Inclusive para as roupas de praia – tanto os biquínis e maiôs, quanto as sungas, vieram em modelagens clássicas com estampas diferenciadas e coloridas.
*Meninas, desculpem a demora para postar a sequência!!!












