nov
09
Por Marcela Jacobina:
De super editoras como Kate Lanphear (Elle US) a super fashionistas como M.K e Ashley Olsen, passando por editoriais de Vogue Itália e desfiles de gigantes como Chanel, Lanvin e Givenchy, o empilhamento de bijoux definitivamente virou tendência.
Até eu que não era de acessórios (não usava nem o brinco que vem quando você fura a orelha!) agora não saio de casa sem os meus três anéis vintage comprados no brechó da Lopes Quintas (cariocas, anotem: primeiro quarteirão da Rua Lopes Quintas, quase esquina com a Av. Jaridim Botânico – é o melhor lugar para encontrar relógios e anéis vintage!) e o Odara de máxi-Madre-Pérola.
O legal de investir em bijoux é que elas realmente dão um toque super pessoal na produção e combinam com QUALQUER estilo.
nov
09
Enviado por Jéssica Gasparetto:
Dia 11 de Novembro, rolou o I Encontro Paranaense de Moda, Design e Negócios, em Maringá. O evento teve apoio de várias instituições, desde as faculdades, UEM, UEL, CESUMAR, UNIPAR, UFTPR, FECILCAM até os órgãos públicos, sindicato do vesturário, entre outros. A intenção é continuar com o encontro e fazê-lo crescer nos próximos anos. Mas vamos logo ao que interessa, informações de moda:
Depois de vários agradecimentos dos patrocinadores, começou às 10h a palestra da Dra. Maria de Fátima Mattos, que é só a presidente do Colóquio de Moda Nacional. A mulher é fina, gente! Tava dando entrevista pra tevê e deu uma atrasada, mas tudo bem. Não podia tirar foto na hora das palestras, aí vou ficar devendo. Ela falou sobre a importância da arte da criação como sanidade social, e de amadurecer olhos e ouvidos, reunir sob forma de enriquecimento cultural, a moda ligada a novas perspectivas, e obter uma moda possível e acessível.
Outro ponto importante foi a discussão do ensino acadêmico de moda no Brasil e a falta de bibliografia. Maria de Fátima também discursou sobre as novas profissões que estão surgindo, o novo curso de Cosmeatria, e de imagem e som para eventos de moda. Foi bem curtinha a palestra, mas interessante. Ano que vem o Colóquio vai ser em São Paulo, na Anhembi Morumbi, hein? Tem que rolar um encontro GWS!
PROSPECÇÃO DE MODA:
Palestra por Sabrina Giselle Levinton – SENAI
Essa foi a palestra que eu mais gostei. Sabrina definiu as palavras tendência, cool hunter, trendsetters, trendspreaders, o público alvo (baby-boomers, X e Y), os tipos de consumidor, mostrou vídeos engraçadinhos pra exemplificar cada coisa.
Acho que o crucial da palestra foi mostrar para as pessoas que estavam no evento e não são ligadas à moda, que não é uma questão de futilidade. Ela mostrou a prospecção de moda feita por ela para os próximos 50 anos e aí é possível ver todo o estudo que é feito antes de criar, muito além de pesquisar o que as pessoas querem vestir, a prospecção se preocupa em avaliar novas doenças que irão surgir, o surgimento de carros recicláveis, o tempo livre que será o novo luxo, os padrões de medidas e vários outros pontos que acabam refletindo na moda de um jeito ou de outro. Eu gostei muito da explicação dela para tendências e trends, funciona mais ou menos assim:
- Trendsetters são os consumidores alfa, que visualizam o mundo de uma forma e respondem com a indumentária, são os primeiros a adotar o produto; ela citou como exemplo Elza Schiaparelli, nos anos 30.
- Trendspreaders são os consumidores beta, que possuem credibilidade e grande número de contatos, adotam o novo pra se destacar e virar referência; Madonna.
E aí é que tá, a tendência é escolhida por um grupo de pessoas, mas de nada adianta tal grupo usá-la, se não tiver o consumidor beta para divulgá-la e banalizá-la, até chegar outra tendência pra tomar conta. A prospecção é justamente esse meio-tempo, quando tem gente usando algo, mas ainda não chegou a todos os públicos.
SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL COMO ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS:
Palestra por Dr. Manuel Francisco Carreira (UEM)
Tinham 3 palestras rolando e só dava pra assistir uma, acabei indo ver essa, mas achei que ficou muito a desejar. Ele falou sobre como só a coleta seletiva não adianta, e os resíduos líquidos e sólidos na indústria têxtil, mas não apresentou nenhuma alternativa para acabar com a poluição e e não acrescentou nada muito novo.
MESAS REDONDAS TEMÁTICAS DE DISCUSSÃO:
Era o mesmo esquema das palestras, rolaram 3 e cada um só podia ver uma. Vi a de Estágio não é emprego e sim uma troca de experiências, com Ronaldo Vasques (UEM).
O Ronaldo era meu professor e agora tá de licença fazendo mestrado, foi coordenador do curso durante muito tempo, ele é tipo uma lenda no curso de Moda da UEM, todo mundo gosta dele. O debate foi bem polêmico, porque de um lado fica o empregador, do outro o estagiário, cada um com interesses diferentes.
Falou-se bastante sobre a nova lei do estágio, o obrigatório e o de imersão, que já está implantado na UEL, nele, o aluno do 4º ano de moda não tem aulas, só estágio durante 6 meses e nos próximo semestre faz o seu TCC.
O complicado da nova lei de estágios, é que o estágio voluntário, dá vários direitos, é remunerado, recebe auxílio transporte e seguro, enquanto no obrigatório, a remuneração é facultativa e não há benefícios.
A importância do estágio também foi bastante frisada, porque hoje em dia só o diploma não basta, e se você quer entrar mesmo de cabeça no curso, a melhor opção é ir conhecer fábricas e confecções e deixar de lado o pensamento glamour do curso.
O saldo final do encontro pra mim, foi positivo. Apesar de ser o primeiro, foi bem organizado e só tende a melhorar nos próximos anos. Eu, que era meio confusa com o curso, voltei pra casa mais feliz e me encontrando mais.
nov
09
Por Marcela Jacobina:
As modelos são uma parte fundamental da indústria da moda. Elas personificam e até mesmo inspiram o trabalho de estilistas, fotógrafos, stylists e tantos outros profissionais.
Eu pessoalmente acho super legal observar a cada temporada as new-faces, fazer minhas apostas, ver novas estrelas se formando e até às vezes me surpreender com ascenções-relâmpago inusitadas.
Nesse post achei legal falar de duas relativas new-faces que a algum tempo já vem chamando minha atenção e uma veterana por quem sou apaixonada.
A Alla Kostromicheva foi uma das grandes revelações da última temporada, tendo desfilado em 55 shows entre Paris, Londres, Milão e NY. Ela tem um rosto muito forte, cheek-bones marcadas, pele de porcelana… é uma beleza realmente imapctante e misteriosa, até pelo fato de ela ter as sobrancelhas descoloridas.
Ela tem feito muitos editoriais para revistas super importantes como V (da qual foi capa), Vogue Russia e Itália. Ainda não sabemos como ela vai se sair na hora de bookar campanhas… mas eu boto fé!!
Já a Marloes Horst tem uma beleza totalmente diferente. Loira, de olhos azuis, de lábios grossos e muito sexy, ela logo virou queridinha de Terry Richardson e foi selecionada para fotografar o calendário Pirelli 2010, o que fez com que fosse capa da Vanity Fair italiana juntamente com as outras beldades que escolhidas por Terry. Ela não participou da última temporada de desfiles mas tem feito bons editoriais, que geralmente exploram o seu sex-appeal e rosto per-fei-to.
A veterana a qual me referi é Malgosia Bela. Ela já foi número 2 no models.com, até ano passado era uma das “Money Girls” de acordo com o site, ou seja, uma das modelos de maior cachê. Anda super sumida das passarelas e campanhas, mas é a rainha dos editoriais!
Eu juro, qualquer photoshoot que fazem com essa mulher é uma verdadeira aula de como ser modelo. Ela pode ser sexy, louca, alien, bonita, clássica… uma verdadeira camaleoa! O bom da carreira da Malgosia é que mesmo quando era número2, ela nunca foi superexposta à indústria… ela sempre deixa os clientes querendo mais e é por isso que trabalha tanto até hoje. GA-TA.
E vocês, o que acham? Raise your bets! Hahaha
















