cinema e tv

10
mai

Gostaria de começar esse post fazendo um agradecimento à nossa amada HBO por mais essa série incrível para c******. Sério, eles são demais.

E sim, finalmente nossas preces foram atendidas: o mundo real, feito de garotas reais, com dilemas e alegrias reais, agora existe também na TV (ou laptop). Girls é uma comédia-meio-drama sobre a vida de quatro amigas de 20 e poucos anos que vivem na parte não-clipe-do-JayZ de NY. Alguns dizem que é uma espécie de Sex and the City ao avesso, mas eu não sei se concordo muito com isso. Apesar dos muitos pontos que Girls corresponde à essa comparação, fica faltando a parte mais importante: o estilo de humor, as personagens em si, a forma como a história é contada, essas coisas.

Pra sentir o clima, dá só uma olhada no trailer:

A série foi criada e é estrelada por Lena Dunham, que fez Tiny Furniture (tô doida pra ver), entre outras coisas legais. Assisti uma entrevista que ela dizia ter se inspirado muito em fazer algo como My So Called Life (Minha Vida de Cachorro segundo o SBT hahaha), um dos primeiros trabalhos da Claire Danes e uma das séries de TV mais legais dos anos 90. Mais um indício que não é com SATC que devemos comparar.

Os produtores de Girls são Jenni Conner e Judd Apatow. Ele é o cara. Wikipedia me disse que também foi produtor executivo de Freaks and Geeks e Superbad. Isso só pra citar dois bons exemplos. Acho que não poderia ser melhor.

Girls já está bombando na HBO e também no seu site de streaming predileto. Para acabar esse post  sem dar nenhum spoiler, vou parar por aqui. Então se você ainda não assistiu, tô te preservando, mas vou querer algo em troca: Assiste logo pra gente poder comentar!

beijos

C.

cinema

06
abr

Faz tempo que a gente não compartilha aqui um filme que a gente curte, não é? Então, lá vai! A dica de hoje não é um filme para se levar a sério. Mas é perfeito para um fim de semana ou feriado preguiçoso, pra divertir e comer pipoca.

Cry Baby! O filme que em português ficou com o tosco título de “Quem não chora não… ama” foi um dos primeiros filmes de destaque de Johnny Depp, feito no mesmo ano aliás que o mega bem sucedido (e primeira parceria com Tim Burton) Edward Mãos-de-Tesoura.

A história se passa nos anos 50,  em  de Baltimore,  Maryland. E mostra de uma forma exagerada, divertida e musical (o filme não chega ser um musical, mas tem vários momentos que a história é contada através de músicas) uma coisa que acontecia de fato naquele tempo. (só naquele tempo?) A divisão dos jovens tradicionais e os rebeldes. No filme eles são representados por dois grupos, ou duas gangues, os squares liderados por um garoto “coxinha” chamado Baldwin que são tradicionais, caretas e gostam (e cantam) baladas suaves e sentimentais, no estilo doo wop, populares entre as classes média e alta nos anos 40, começo dos anos 50. Enquanto os drapes, liderados por Wade “Cry-Baby” Walker (Johnny Depp) desafiavam a sociedade tradicional com seus cabelos, roupas e ouvindo música “negra” o R&B, começo do rock’n'roll.

Além da história leve, que retrata o começo do que viria ser o rockabilly, a trilha sonora é uma delícia e algumas músicas ficam na cabeça, como”King Cry-Baby”. E é claro, tem romance e obviamente no maior estilo Romeu e Julieta, já que os pombinhos são Allison uma “square” e Cry Baby, um “drape”.

Mas quem a gente adora mesmo nesse filme é Wanda, uma das “garotas de Cry Baby”. Ela é cheia de atitude, estilo e dona dos melhores quotes. Certeza que você vai terminar o filme querendo reproduzir o make e os cabelos de Wanda.

1- Tigi Bed Head Foxy Curls Extreme Curl Mousse R$94,92 Beleza na Web

2- Batom Russian red M.A.C R$79,00 Sack’s

3- Delineador Fluidline M.A.C R$79,00 Sack’s

4- Modelador de Ondas Bivolt Taiff R$89,90 Americanas

5- Delineador Labial ColorStay Red Revlon R$27,90 Sack’s

Achei no youtube um vídeo tutorial bem legal pra quem quer copiar o penteado e o make! Clica aqui pra ver.

Beijos, N.

cinema

06
jan

Submarine conta a história de Oliver Tate, um garoto galês de 15 anos que tem uma mente bem particular. O filme fala sobre emoções, sentimentos e as dificuldades que temos em demonstrar e receber amor.

Na primeira cena, Oliver está sentado no seu quarto em uma análise introspectiva e existencial, sobre o sentimento da morte e a sua importância no mundo. Nessa primeira cena o filme me prendeu… E achei que dali sairia um filme filosófico e questionador através do mundo adolescente.

Mas o filme toma outro rumo e se torna um filme de adolescente para adolescentes, onde o garoto “estranho” se mostra um garoto mais do que normal desejando apenas uma namorada e a felicidade de seus pais.

Mas nada disso abala Submarine que dá um olhar diferente para esse universo, mostrando o amadurecimento dos personagens sem ser cliché como nas versões hollywoodianas.

Obviamente ele não vira um dos filmes da sua vida, mas é uma delícia de ver. Achei muito interessante a trilha sonora do filme ser a fita K7 (o filme se passa nos anos 80) que o pai de Oliver dá para ele de presente quando fica sabendo que ele está namorando. As músicas casam perfeitamente com os acontecimentos e com as cenas. Toda a trilha sonora do filme é do trabalho solo de Alex Turner, membro do Arctic Monkeys, que fez um bom trabalho.

Submarine vale muito por isso. Pela trilha sonora e pela fotografia maravilhosa do filme que brinca o tempo todo com os elementos que ligamos aos sentimentos, água e fogo. Aliás são nessas cenas em que os personagens interagem com esses elementos quase sempre sem nenhum diálogo, somente a trilha sonora é que conseguimos entender melhor a mensagem do filme.

Se vai passar a sexta à noite em casa, vale assistir.

cinema

20
dez

Enviado por: Lucas Landau

The Killing é o tipo de série que eu gosto. Sem atores famosos, sem grandes campanhas publicitárias, (praticamente) sem nome no Brasil e sem pretensão. Assim como Breaking Bad era no início, antes de se tornar o sucesso que é hoje, The Killing tende a seguir o mesmo rumo – inclusive pelas duas séries serem do mesmo canal a cabo, o AMC, que também é responsável por Walking Dead e Mad Men.

Inspirado no seriado dinamarquês Forbrydelsen, The Killing se passa em Seattle (mas é gravado em Vancouver) e começa com o assassinato da jovem Rosie Larsen, que é encontrada no carro de campanha de um candidato a prefeitura da cidade, e, a partir daí, a trama se desenrola (ou se enrola cada vez mais). E o legal é que não é só isso. Enquanto o crime vai sendo desvendado, outras histórias paralelas vão acontecendo.

A primeira temporada de The Killing estreou em abril de 2011 e teve 13 episódios. Após bater os números de Mad Men, com 2 milhões de espectadores por semana, a AMC confirmou a segunda temporada, para abril de 2012. E parece que os atores já estão gravando os novos 13 capítulos. Por falar neles, o elenco é excelente se tornou o diferencial da série.

Meireille Enos, a protagonista, é a detetive-sem-maquiagem-e-com-roupas-feias Sarah Linden, da polícia de Seattle. A americana de 36 anos não é conhecida do público por ser basicamente uma atriz de séries, tendo passado por Sex And The City e Law & Order. Sarah é uma policial fria, calma e praticamente sem emoção, mas mesmo assim a gente quer ficar amigo dela.

Joel Kinnaman, que interpreta Holder, o parceiro de Sarah, também não é conhecido. Bem humorado e sarcástico, o personagem dele traz uma comicidade à história, mesmo que bem de leve, enquanto o resto da drama é densa (e tensa!).

Conforme a série vai rolando, o crime vai se desvendando e novos personagens ganham destaque. Os pais de Rosie, muito bem interpretados por Brent Sexton e Michelle Forbes, crescem muito durante a série.

Aliás, se você googlou a Michelle e a reconheceu de algum lugar não é viagem sua. Ela fez a “bruxa” Maryann de True Blood, lembra? Aquela que fazia o olho das pessoas ficar preto! Dois trabalhos incríveis e bem diferentes da atriz.

The Killing tem uma fotografia muito bem feita. Com muita chuva, as cenas são frias, sem cores, meio esverdeadas, para dar bem a sensação de suspense. O grande mérito da producão é a fuga dos estereótipos. Não é como uma série policial comum, não é passada em Nova York ou Los Angeles e não tem uma policial gostosona. É uma “segunda opção” de tudo que nós vemos por aí.

Politicagem, safadeza, esperteza, imprevistos, coincidências… Tudo acontece durante a investigação de Sarah e Holder, para responder a grande pergunta de The Killing: quem matou Rosie Larsen? E nós, aqui do outro lado, não conseguimos parar de assistir, já que o final de cada episódio é sempre surpreendente.

cinema

26
out

Como todo munda sabe, dia 31 é Halloween. Uma oportunidade perfeita para o GWS “homenagear” nossas divas favoritas das trevas, falar com vocês sobre clássicos do cinema e TV e é claro, dar aquele help na hora de inspirar a fantasia.

Elvira

Esse é o nome da personagem principal do clássico filme trash dos anos 80 chamado “Elvira, a rainha das Trevas.” Interpretada pela atriz Cassandra Peterson, Elvira apesar de toda sua obscuridade e estranheza era uma mulher sexy, daquelas que os homens babavam e as mulheres invejavam. O que a gente mais curte na Elvira é que ela era estilosa e cheia de atitude. O figurino do filme que mais me marcou foi um vestido longo preto, com um decote V profundo, manga sino com um punhal usado como fecho do cinto. Já a cena, foi a famosa “dança da aranha” que também ficou conhecida como dança dos peitos. Quem nunca viu o filme, tem que ver. Aliás, tem que ver dublado, fica mil vezes melhor.

Mortícia Addams

Personagem da A Família Addams que, originalmente foi uma série de televisão, americana exibida entre 1964 e 1966, com base em personagens criados pelo escritor Charles Addams na década de 30. Agora, veja bem, como não amar Família Addams? Uma história sarcástica e que já naquele tempo (tanto em 1930 quando seus personagens foram criados e em 1964 na série) questionava o politicamente correto, os valores de certo e errado e os princípios familiares. A série fez tanto sucesso que virou filme na década de 90, entrando assim, oficialmente para a cultura pop. Mortícia é sem dúvidas meu personagem favorito da trama. Mesmo às avessas era uma super mãe, que ama sua família e manipulava Gomez, seu marido, como toda mulher sonha em fazer um dia. E como esquecer o vestido rabo de polvo? Lindo. Claro que a Mortícia que marcou minha vida foi a de 1991, Anjelica Huston, mas vale o google na original, Carolyn Jones porque ela era linda de viv… morrer!

Sukie

Nem só de divas de longos cabelos e vestidos negros vivem as trevas. Sukie, personagem de Michelle Pfeiffer no filme As Bruxas de Eastwick de 1987 é a prova disso. O filme tem mais duas bruxas divas no elenco, Jane (Susan Sarandon) e minha favorita (não posso negar), Alexandra (Cher). A história é sobre três amigas solteironas que dividem pensamentos sobre como seria o homem perfeito até o dia em que ele aparece, e junto, poderes mágicos que elas não sabiam que tinham. No começo do filme Sukie tem um visual super geek, com óculos de grau e roupas largas. Depois assume seu lado sexy e usa um longo vestido vermelho. O filme é uma delícia de ver porque mistura tudo: comédia, terror, aventura e suspense. E no final, da vontade de aprender a fazer vudu.

Lily Munster

Os Monstros” foi uma série de TV, também dos anos 60, criada ao mesmo tempo que a Família Addams e que também virou filme. De fato, a série/filme é muito parecida com Família Addams, mas “Os Monstros” tem um humor mais ingênuo e a família Munster tem visivelmente menos grana que a Addams. É divertido ver uma família nada convencional dando duro para sobreviver. Lily interpretada pela atriz Yvonne De Carlo, tem cabelos negros com mechas brancas, usa vestido longo branco vitoriano e um colar de morcego que eu simplesmente ADORO. A série é bem gostosa de ver e você acha fácil no youtube.

E então, qual look vocês escolhem pro Halloween?

 

 

 

 

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