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Um dos filmes mais aguardados não só por mim, mas por muitos que gostam de cinema em 2009. Do mesmo diretor de Titanic, James Cameron, o filme tem uma direção de arte tão incrível que é impossível ver o trailer e não se encantar com a beleza das imagens.

A história do longa parece ser meio complicada, li diversos artigos e sites para conseguir entendê-la, e acho que só mesmo quando for assistir o filme vou poder ter uma visão completa, porém, fica a dica para quem estiver por aqui na véspera do Natal.

Pandora é o planeta onde a história se desenvolve, um lugar incrível, porém venenoso para os humanos, cheio de plantas e criaturas perigosas. Habitado pelos Na’vi, Pandora abriga um mineral que pode gerar energia e mudar o curso de alguns problemas em nosso planeta.

O filme foi feito com uma tecnologia 3D inovadora, é uma produção totalmente computadorizada, mas a primeira que não é considerada uma animação digital, pois os próprios atores são transformados em personagens digitais, emprestando seus movimentos e falas para o 3D. Com pós-produção quase desnecessária, seu orçamento foi de pouco mais de 500 milhões, é o 4º filme mais caro da história do cinema.

Em diversas entrevistas, Cameron diz que é o projeto mais brilhante de sua carreira, e que a proposta do filme é conscientizar as pessoas da importância de proteger e cuidar de nosso planeta, como se fosse um aviso para as gerações que estão por vir.

Ficou curioso? Então confira algumas fotos do filme e faça como eu, garanta o seu ingresso. Estreia nesta sexta, dia 18 de dezembro.

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Por Marie Victorino:
Eu sou uma viciada assumida em séries e eu sei que muitas de vcs tbm são! Então resolvi fazer aqui um apanhado das novas séries que estão dando o que falar! Algumas mal começaram e já foram canceladas, então vou ficar com aquelas que continuarão!
MELROSE PLACE
É um remake da famosa série dos anos 90 e tem até alguns personagens daquela época. Trata-se de um grupo de jovens na casa dos 20 e poucos anos vivendo em um condomínio (super charmoso) e vivendo dramas (tá certo, um pouco exagerados!) típicos dessa fase da vida.
Os personagens são bem trabalhados, cada um com um sonho a ser realizado e alguns não medem esforços pra chegar lá. No meio de tudo isso, intrigas, confusões e até um assassinato toma conta da trama pra dar um suspense.
Conta com a participação de Ashley Simpson, mas parece que ela não fica pra próxima temporada. Ela é uma menina misteriosa e problemática, recém chegada em L.A. e foi atrás de sua mãe biológica (Sydney).
Entre os moradores, encontramos um casal bonzinho, onde ele é um aspirante à diretor, ela uma professorinha sem ambições; Uma Relações públicas bem bitch que passa por cima de tudo e de todos pra conseguir o que quer e por sua vez é apaixonada pelo menino bonzinho; Um chef ex alcóolatra; Uma estudante de medicina que não consegue mais arcar com os custos da faculdade e encontra outros meios pra isso; e um riquinho revoltado (filho do personagem original Dr. Michael Mancini), que rouba obras de arte.
Eu, particularmente, tô adorando!!
GLEE
Uma série completamente diferente, pois trata-se se um musical. Um professor resolve reerguer um antigo club (Glee Cub), que está em decadência e com má reputação.
Pra isso ele junta um grupo de alunos, digamos “losers”, e mais dois personagens um pouco mais populares. O objetivo é formar um coro, ganhar o campeonato Nacional e levar o Glee Club de volta ao auge.
Inicialmente a série é composta de 13 episódios, mas eu acho que ela promete e deve ganhar continuação.
THE VAMPIRE DIARIES
Na onda de séries de vampiros, essa é inspirada em uma novela de mesmo nome.
A série gira em torno de uma jovem (Elena) [Maneco?? hahaha] que perde os pais em um acidente e ela e o irmão tentam lidar com o luto e seguir em frente.
Elena é popular, bonita e atraente e rola uma atração entre ela e Stefan (um vampiro de séculos de idade, mas que tenta viver pacificamente entre os humanos). Já o irmão de Stefan é o vampiro mal e violento.
Os dois se odeiam devida à uma traição do passado e agora, atraídos pela mesma mocinha, lutam por sua alma [forte né? rsrs]
O plus é que tem o bonitinho Ian Joseph Somerhalder que era o Boone Carlyle de Lost.
FLASH FORWARD
Um evento inexplicável leva toda a população do mundo para o futuro, por exatos dois minutos e 17 segundos.
Um agente do FBI, ex alcóolatra (Mark Benford), tenta resolver o mistério criando um banco de dados a partir de depoimentos de pessoas de toda a parte do mundo.
Algumas pessoas relatam catástrofes e outras não viram absolutamente nada. O agente Mark vê sua esposa o trocando por outro homem e seu fiel parceiro assassinado.
Enfim, um quebra cabeça no melhor estilo “Lost”.
EASTWICK
Baseado em “As Bruxas de Eastwick” (o livro, mas o filme é ótimo!). Em uma aldeia, três mulheres descobrem ter poderes de bruxas. Elas não se davam muito bem entre si até o dia que em um encontro no parque e umas bebidinhas, elas viram amigas.
A chegada de um estranho misterioso e cheio de sex appeal que tenta seduzir uma (ou todas), física e profissionalmente (ele compra uma empresa local). Além de tudo, ele tenta liberar os poderes sobrenaturais destas mulheres, explorando as profundezas e desejos de seus corações! [ui!]
Bem estilo Desperate Housewives. Será que vinga? Eu torço!
Fontes: http://eztv.it e http://www.vmseries.com
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Nada melhor pra fazer nesse friozinho do que assistir um filme em baixo do cobertor [parte 2! hehehe]
Se for com um vinhozinho então… humm!
Por Soraya Pelisson:

Talvez essa imagem fale mais do que qualquer coisa que eu escreva aqui para todas as GWS apaixonadas por Star Wars. Quando soube da existência desse filme chamado Fanboys, fiquei totalmente maluca tentando achar data de lançamento, sites pra baixar e tudo que eu pudesse sobre esse filme.
É o seguinte: o filme se passa um pouco antes do lançamento do Episódio I, em 1998, quando quatro amigos resolvem invadir o Rancho Skywalker para roubar uma cópia do filme e assisti-la antes do lançamento, pois um deles tem uma doença em estado terminal e não conseguiria assistir o lançamento.
Com uma história brilhante e milhares de referências não só a Star Wars, mas a todo o universo geek, Fanboys é um filme que claramente merece ser baixado e visto antes de alguma possível notícia sobre seu lançamento no Brasil.
O filme conta com participações de William Shatner (Star Trek) e Carrie Fisher (Leia!), e não é apenas um filme que ridiculariza o mundo geek como muito outros, mas sim, um filme feito para todos os fãs que em algum momento de suas vidas já pensaram em fazer alguma super loucura por um filme, ator, personagem ou algo do tipo.
Apesar de comédia, o filme só será super engraçado e muito interessante para fãs de Star Wars mesmo, pois a maioria das piadas e referências são sobre os filmes e tudo que neles estão envolvidos.
Destaque para quando os amigos finalmente conseguem entrar no Rancho Skywalker e encontram verdadeiras relíquias dos filmes já feitos por George Lucas; afinal, quem nunca assistiu Star Wars e ficou louco para ter um mestre Yoda de verdade nas mãos?
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Uma dica boa pra curtir um fim de semana mais leve é alugar uns filmes, fazer uma pipoca e ficar debaixo do cobertor, certo?
A dica da semana é da Soraya e ela começa indicando um dos melhores diretores na minha opinião! Leia a matéria e assista os filmes e veja se vc compartilha da mesma!

Por Soraya Pelisson:
Woody Allen é talvez o diretor que mais divida opiniões sobre seu trabalho. Pode sair perguntando pra família, pros amigos, na rua, no zoológico, é muito fácil você achar quem ame tudo relacionado a ele, e também quem odeie tudo o que ele faz; mas é realmente difícil você achar quem goste ou odeie mais ou menos.
Seus filmes sempre têm roteiros complexos e são praticamente entupidos de diálogo, alguns deles não primam nem um pouco por uma boa direção de arte ou elenco perfeito, o que mais chama a atenção neles são mesmo os diálogos longos e cheios de informação.
Diane Keaton, Mia Farrow e Scarlet Johansson são mulheres que tem muito mais em comum do que serem atrizes; as três já foram escolhidas como musas do cinema por Woody Allen. Ele gosta de manter a mesma atriz e trabalhar com ela por diversos anos, em filmes totalmente diferentes. Foi também casado com as duas primeiras, e hoje mantém um relacionamento com uma das filhas adotivas de Mia Farrow.
Excêntrico, neurótico, louco, gênio… Esses são geralmente adjetivos usados para descrever Woody Allen e suas obras. Suas histórias geralmente mesclam coisas comuns do dia-a-dia com algumas bizarrices que só ele consegue escrever.
Além de diretor, roteirista e ator de cinema, ele também escreve livros tão engraçados e estranhos quanto seus filmes.
Entre todos os filmes dos quais eu considero obras primas deste diretor, escolhi três, de diferentes gêneros para todos assistirem e formarem uma opinião concreta sobre o que pensam de Woody Allen.
1. MATCH POINT – PONTO FINAL
Um dos melhores filmes dele e dos últimos anos. Um drama cheio de tensão e milhares de mensagens subliminares que envolvem a elite londrina, romance e assassinato. Um jovem ambicioso se casa sem amor e por interesse com uma jovem de família rica e tradicional de Londres, porém se apaixona por uma atriz mal sucedida que acaba engravidando, e a partir daí a história se desenvolve. Com final surpreendente, o filme te deixa ligado e surpreso a cada minuto.
2. ANNIE HALL – NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA

Típico filme de Woody Allen, com Woody Allen atuando. Cheio de diálogos, ele aparece tagarela em quase todas as cenas e fica quase impossível pegar tudo o que ele fala. Um de seus filmes mais aclamados, ganhador de alguns Oscars, trata a história de um excêntrico casal e suas idas e vindas. Alguns dizem que o filme é totalmente autobiográfico, e que conta a história realmente de quando ele e Diane Keaton eram casados, e você percebe que muitas das cenas são espontâneas; como uma em que o casal compra lagostas vivas e tem dificuldade de fazê-las entrarem na panela. É um filme que tem totalmente a cara de Woody Allen.
3. A ROSA PÚRPURA DO CAIRO

Um filme fofo e ao mesmo tempo totalmente típico de Woody Allen. Ele retrata a história de uma jovem casada com um homem vagabundo e que não está nem aí pra ela. Em plena recessão, é ela quem trabalha e paga aas contas da casa, além das dívidas de jogo do marido. Apaixonada por cinema, vai todos os dias ao cinema da cidade, assiste o mesmo filme diversas vezes, sabe tudo sobre os atores e suas vidas particulares. É quando misteriosamente, durante uma de suas muitas idas ao mesmo filme, um dos personagens salta para fora da tela, pois havia visto a mulher tantas vezes naquela sala, fica curioso para conhecê-la. Para o espanto de atores, diretores e espectadores, o personagem se recusa a voltar para dentro do filme e causa diversos problemas. A história pode parecer estranha, mais é um daqueles filmes água com açúcar ótimos para se ver em uma tarde de domingo.
E aí? Qual a sua opinião final sobre Woody Allen?
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Meninas, a GWS Soraya mandou pra gente uma crítica de um dos filmes mais bacanas dos últimos tempos! Ela já tinha feito parte da comunidade e agora está de volta aqui no site com a gente.
Ela tem 21 anos, faz faculdade de Rádio e TV e já fez vários cursos de moda. Diz que é viciada em cinema, apaixonada por moda e quer trabalhar com figurino e direção de arte. Aliás esse foi o ponto de vista dela na hora de escrever a crítica, o que a gente achou bem legal e diferente. Como ela mesma disse, esse enfoque muitas vezes passa batido, mas pra nós GWS que adoramos moda, fica muito mais interessante, né?!
Comentem, digam o que acharam, se empolguem para fazer como a Soraya fez e mandem suas colaborações também! Aqui vocês podem falar do que gostam, o espaço está aberto!!!
Por Soraya Pelisson
É no final da década de 60, em meio a uma América em transe que a história do filme Across The Universe é ambientada. Um musical de rock totalmente diferente, contado apenas através de músicas do maior grupo de rock já visto… Os Beatles, é claro. Aliás, o filme todo traz referências aos Beatles, não só pelas canções, mais através dos nomes dos personagens, nome do filme, cidade e etc. A história acontece quando o inglês de Liverpool, Jude, resolve ir para os EUA, atrás de seu pai desaparecido. Por lá, ele faz amigos como Max, Prudence e Sadia, e acaba de apaixonando por Lucy. Em meio a diversas aventuras, eles se envolvem em movimentos de contra-cultura, o que acaba por separa-los, colocando a prova o amor que sentem um pelo outro.
A moda nos anos 60 sofreu uma intensa revolução, assim como o próprio período. O jovens se expressavam através do que vestiam; e as roupas eram pela primeira vez feitas especialmente para eles. A busca pela liberdade era claramente visível nas roupas, que também fugiam aos padrões estéticos da época. Foi nesse período que surgiu a minissaia, e também a cultura pop. As roupas eram coloridas, muitas vezes baratas e influenciadas pela pop art. O surgimento do movimento hippie também foi crucial para essa época. Materiais naturais, estampas étnicas, cabelos compridos. Além disso, a moda masculina era totalmente influenciada pelo que os Beatles usavam.
1. Cena em que o movimento hippie sai as ruas protestando contra a guerra
2. Uma das mais belas cenas do filme, incrível por sua direção de arte
3. As roupas de cor sóbrias de Jude, contrastam com a de seus amigos, envolvidos no movimento hippie
O filme consegue nos mostrar claramente as idéias de liberdade e revolução vividas no período através do figurino. Cenas como a do circo (uma das mais incríveis do filme) e os hippies de Greenwich Village, muito alegres e coloridas, contrastam com a época conturbada de Guerra e tudo mais em que vive o país. Apesar do tom sóbrio dos personagens principais, Jude e Lucy, são suas cenas as mais bonitas estéticamente do filme. Cenas como a em que Jude começa a fazer sua arte com morangos, ao som de Strawberry Fields Forever, entre outras, fazem o filme valer a pena do começo ao fim por sua direção de arte; que tem entre seus criadores, nomes como Peter Rogness e Kun Chang.
Para quem gosta de moda, e principalmente dos contrastes e da revolução em que ela viveu no final dos Anos 60, o filme Across The Universe com certeza é indispensável!






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