comportamento

06
fev

Quando alguém toma uma iniciativa legal a gente tem que divulgar, né? Então conheçam o Nós.vc, plataforma de crowdlearning brasileira criada por três rapazes que acreditam no aprendizado.

Para entender direitinho vamos por partes.

Crowdlearning significa exatamente o que se traduz: aprendizado coletivo. No Nós.vc a ideia principal é disseminar conhecimento. E isso é feito através de uma iniciativa, que vem de quem quer ensinar, e dá certo com o apoio de quem quer aprender.

Então se você sabe fazer, sei lá, uns bolos deliciosos (#mariefeelings) e acha que o mundo poderia ser um pouquinho melhor se outras pessoas tivessem acesso às suas técnicas e receitas, é só montar o programa do seu curso ou workshop “Faça os melhores bolos do mundo” e deixar pra votação lá no Nós.vc. Se o seu curso conseguir o número de inscritos necessário, a ideia sai do papel e as aulas acontecem de verdade.

Vale a pena fuxicar, ver o vídeo e entender mais sobre a ideia.

Nós já ficamos com vontade de inscrever um workshop que planejamos fazer há muito tempo, mas que nunca saiu do papel: “Iniciando seu negócio na internet: blogs e outras ideias criativas.” Já tem até o programa, vou dar uma palhinha, olha:

Vocês apoiam? :)

 

literatura

27
jan


“Um Dia” é um típico best-seller. Só que ao contrário.

Não, sério. Ele já foi parar na lista de mais vendidos do New York Times, virou carro-chefe da carreira do escritor, é fácil de entender e virou filme.

Só que ao contrário, por que, mesmo que tivesse sido lido só por seis pessoas, não teria perdido a força e o poder que só uma boa história de amor tem.

O autor, David Nicholls, consegue unir sensibilidade, humor, inteligência e uma forma única de contar esta coisa linda de romance. E como ele deixa que alguns parágrafos nos coloque em estado de profundo conforto com a história para depois, em apenas uma linha, desconstruir tudo? Bem, pra mim, é nada menos que genial.

E sim, é fácil de ler. Quem inventou essa história que para ser bom, tem que ser difícil? Aqui ainda entra a continuação do que falei linhas acima, sobre jeito único que a narrativa acontece. É o seguinte: Emma e Dexter se conhecem no dia 15 de julho de 1988. Desde então, a vida deles corre e o livro só conta pra gente o que acontece no dia 15 de julho. De todos os anos. Inacreditavelmente lindo e suficiente.

Por último tem a versão para o cinema. Eu não vi por que queria ler o livro primeiro de qualquer maneira. Mas uma coisa é fato: o livro é melhor que o filme. Sempre é, né?

Então gente, se vocês quiserem uma indicação de leitura hoje, eu diria para não deixar “Um Dia” passar. É realmente arrebatador o que esses dois personagens conseguem fazer com os nossos sentimentos. De amor e amizade. Dúvidas e certezas. Ideologias e vida real.

“Foi um dia memorável, pois operou grandes mudanças em mim. Mas isso se dá com qualquer vida. Imagine um dia especial na sua vida e pense como teria sido seu percurso sem ele. Faça uma pausa, você que está lendo, e pense na grande corrente de ferro, de ouro, de espinhos ou flores que jamais o teria prendido não fosse o encadeamento do primeiro elo em um dia memorável.”

Charles Dickens, Grandes Esperanças

 

comportamento

20
jan

Esse merece uma pausa nos posts do SPFW:

Arrepiei. “A vida e seus altos e baixos. ” <3

PS: O texto do vídeo veio do “Oh, The places You’ll Go”, último livro publicado pelo escritor, cartunista, poeta Dr. Seuss. Sério, se assim como eu, você não se ligou quem é o cara, clica no link pra ver no Wikipedia. Cool, han.

Via The CoolHunter

comportamento

20
jan

Pelos corredores da bienal, encontramos MariMoon, VJ da MTV com uma jaqueta maravilhosa de couro vermelho com alfinetes e o tênis cute de Panda da Adidas. Não resisti e tive que fazer um registro das peças. Aproveitando o embalo, fiz umas perguntinhas pra ela sobre moda, tendências e claro, seus cabelos!

GWS: O que você tá mais curtindo de tendência no momento?
MariMoon: Sinceramente? Sou meio do contra! (rs) não me ligo em tendências. Não é porque eu não gosto, eu acompanho os desfiles, gosto de ver, mas não fico ligada no que está in ou out. Uso o que eu gosto mesmo.

GWS: Onde você busca inspiração para seus looks?
MariMoon: Eu acompanho vários blogs e tumblrs das “orientais”! Elas são minha maior inspiração. Adoro a forma que elas montam os looks, os penteados dos cabelos… é aonde e mais me inspiro.

GWS: Qual aplicativo de telefone você tem usado mais?
MariMoon: O GIF! Pra iPhone. É de fazer gif mesmo. Tô viciada.

GWS: Você vive mudando os cabelos… Qual o truque para mantê-los saudáveis?
MariMoon: O truque é hidratação! Faço hidratação toda semana. Uso toda a linha Moroccanoil (shampoo, condicionador, creme de hidratação e óleo) e revezo com toda a linha da L’Anza, que acho muito boa.

GWS: Que livro e filme você está lendo e que viu recentemente e recomenda muito?
MariMoon: Estou lendo a biografia do Lobão, “50 anos a mil” e estou amando muito! Super recomendo. Filme recomendo o “Um conto chinês”. Ainda está no cinema e é maravilhoso. Te prende sabe? Vale muito a pena ver.

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19
jan

Fomos convidadas pela gravadora Universal para participar de um desafio, o “Florence + The Machine por 12 blogs”, onde a ideia é criar um post tendo uma das músicas do mais novo álbum dela, Cerimonial Ceremonials, como tema. A gente achou a proposta muito legal e original, então resolvemos participar.

O principal desafio era a música, que não era escolhida pela gente, e sim por sorteio. O GWS caiu com a faixa Breaking Down. Quando li a letra e ouvi a música fui transportada para um universo acinzentado, visualizei looks desconstruídos e o poder que a gente tem de recomeçar e lutar, mesmo quando já estamos cansados.

Música e moda estão sempre na minha cabeça então foi natural conectar Breaking Down com a tendência Paper and Ash, apontada pelo site especializado em coolhunting, o Stylesight, para as próximas estações.

Essa tendência é dramática, melancólica com cores como cinza, marrom, preto, nudes e amarelo fogo. Mas, ao mesmo tempo em que carrega essa tristeza, a tendência também reflete uma mulher guerreira, que se reinventa, se reconstrói e ressurge das cinzas.

Os tecidos são estruturados combinados com tecidos leves como seda e chiffon, em cortes assimétricos, rasgados e drapeados. O tricô e couro aparecem ajudando a criar a atmosfera guerreira.

Looks desconstruídos, transparências, volumes e recortes.

Esse clima pode parecer estranho para o Brasil, afinal estamos em um momento bom para a economia e nossa moda é conhecida pelas cores alegres e estampas. Mas a Europa vive um momento Paper and Ash, um momento Breaking Down… E a moda e a musica refletem isso.

Como o nosso país ainda adora se inspirar na moda europeia, acredito que vamos ver e muito essa tendência nas vitrines.

E vocês, apostam?

 

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