comportamento
Manhattan que me perdoe mas o Brooklyn é o lugar mais legal de Nova York.
Foi lá que a gente encontrou os lugares mais legais para sair, fazer compras ou simplesmente, para bater perna. Nova York é toda linda, cheia de coisas interessantes, curiosidades e bairros cheios de personalidade, mas o Brooklyn tem um charme especial. Manhattan já virou uma grande “torre de babel” e é quase impossível andar pela cidade, pelo metrô e sentir o clima de um real nova iorquino. É tanto brasileiro (praga!) porto riquenho e asiático que você mais parece estar em um aeroporto.
No Brooklyn foi onde eu realmente me senti em New York. Foi lá que eu vi gente estilosa em cada esquina, foi lá que eu vi o amor pela arte e música tão famosa dos nova iorquinos, que eu surtei em lojas e lá foi onde eu amei conhecer cada cantinho. Então se você quer um guia alternativo para Nova York, se liga:
Williamsburg fica no Brooklyn, perto do rio, e tem uma ponte que liga à Manhattan, a Williamsburg Bridge. Para chegar lá, a melhor forma é pegar o metrô (a melhor forma de fazer tudo em NY aliás), a linha L e saltar na Bedford Avenue. Outra boa opção, principalmente no verão, é pegar o ferry. É rápido e é uma delícia de passeio. Estão em vários pontos na cidade e a passagem custa em torno de U$4.00.
Vocês querem uma GRANDE dica? Se vocês curtem uma vibe alternativa, exclusiva, segurem a grana em Manhattan e nas lojas clichês. Não gastem 1 dólar em Forever 21, H&M da vida. Corram pra Williamsburg e encontrem lá achadinhos únicos, brechós e lojas incríveis.
Compras:
Achamos várias lojas super legais em Williiamsburg. E não é difícil encontrar. É só dar umas voltas por lá pra ver muita coisa legal. Mas fica a dica das lojas e brechós que mais gostamos (e compramos!) por lá. A gente pede desculpa pela falta de fotos dentro dos lugares, mas a galera lá é SUPER chata com isso.
>218 Bedford Ave. Brooklyn NY 11211
Essa loja tem muita roupa, sapatos e acessórios! É como uma multimarcas. Não é barata, mas tem peças com preço justo. Os acessórios são os mais legais e diferentes.
>129 Bedford Ave. Brooklyn NY 11211
A In God We Trust tem uma decoração super vintage, mas não aquele vintage fofinho. Tem aquela cara mais séria, quase tentando parecer uma loja dos anos 20. O que sem querer (?) deixa o lugar mais fofo ainda. As roupas são LINDAS, os acessórios super diferentes. Delicados mas com pegada rock’n'roll. Os clássicos da loja são “as jóias” como colares, anéis, abotoaduras e garrafinhas com frases e desenhos divertidos. Lindos!
>223 Bedford Ave. (btw. N 4 & N.5 sts) Brooklyn NY 11211
O Amarcord é um brechó que você encontra de tudo um pouco. Peças mais simples e “sem grife” até Chanel e Hermès. Vale dar aquela chegada porque VAI QUE tem um achado? O pior que pode acontecer é você experimentar uma Chanel original… hahaha
>88 n 11th street, Brooklyn NY 11211
Esse brechó GIGANTESCO é uma perdição. A loja fica em um galpão enorme e é lotada de araras circulares, em que as peças são separadas por cor ou, em alguns casos, por tipo. As bolsas, lenços e chapéus ficam em uma seção só deles.
Eu e Marie ficamos lá cerca de 1 hora e não vimos nem metade das coisas. Os preços são SUPER bons e você encontra de tudo. Camisetas, bolsas, casacos, sapatos… é só fuxicar bem! O brechó é super cool. Não só o espaço, mas as peças e a galera que trabalha lá. E também super organizado. É o tipo de lugar que TEM QUE IR passando em Williamsburg.
Outras lojas me chamaram a atenção mas o cansaço e o orçamento do dia me impediram de entrar hahaha mas fica a dica pra vocês: Pema, CatBird, Pinkyotto e Red Pearl.
Outras opções:
Outra coisa legal em Williamsburg é que andando pelas ruas você encontra muita gente vendendo (estilo camelô hype) roupas, vinis, cd’s e livros. É muita coisa e os preços são sempre amigos.
Eu comprei um vinil do The Who e Marie um livro do Chuck Palahniuk. Tudo em torno de 10, 15 dólares. Os melhores vendedores ficam na Bedford Avenue mesmo. Caminhando você sempre esbarra com um! O melhor dia é domingo, as ruas ficam cheias deles. Aliás domingo é o dia do “mercado alternativo” em Williamsburg. É que nesse dia rola uma feirinha INCRÍVEL chamada “Flea Markets in Brooklyn” Um mercado que reúne moda, antiguidades e comidinhas. Garotas, é imperdível. Novos designers (a maioria ali do Brooklyn mesmo), brechós, câmeras antigas, vinis, jóias, acessórios, sanduíches gigantes de carne de porco e donuts caseiros!
Vale a pena acordar cedinho tomar “café da manhã” lá e depois ir às compras. Anotem aí o endereço:
Domingo de 10h as 17 h
>East River Waterfront (btw. North 6 + 7 St.)
Balada:
Já começo esse post dizendo que a melhor night que tive em NYC foi no Brooklyn! Em um lugar chamado Brooklyn Bowl. Um espaço gigantesco que reúne restaurante, boliche, bar, pista de dança e shows. É DEMAIS! No dia que fomos estava rolando uma festa anual chamada “Madonnathon”, uma maratona em que vários “artistas” cantam e dançam Madonna. Gente, foi MUITO divertido. Então por favor, se informem se vai estar rolando Madonnathon quando vocês estiverem por lá. É cafona, é engraçado, é MUITO divertido ainda mais com várias margaritas. Mas rolando ou não o evento da Madonna vale MUITO a pena ir no Brooklyn Bowl. A “night” começa cedo viu? A boa é chegar lá umas 19hrs!
>61 Wythe Avenue – Williamsburg
Outra night imperdível no Brooklyn é o bar que também rolam shows e dj’s chamada Union Pool. Alguns podem considerar o lugar hipster demais, mas vale a pena! Ainda mais se for em um dia de calor já que lá tem uma área externa MUITO gostosa e conta com um “caminhão” de comida mexicana chamada “El Diablo”. Amei lá e gostaria de ter voltado outro dia!
>484 Union Avenue – Williamsburg
O Brooklyn anda tão cool que ganhou até site pra você saber tudo que rola por lá: http://www.freewilliamsburg.com/
Curtiram as dicas do Brooklyn? Quem aí tem mais dicas? Quem ficou com vontade de conhecer? Ainda vai rolar outros posts de NYC!
Beijos,
Nuta.
10 coisas
Demorou mas chegou um novo 10 coisas! E esse mês está super especial porque é com uma garota que a gente curte demais e tem vontade de mostrar aqui há tempos. O nome dela é Luiza Brasil.
Por que é uma GWS?
Com 23 anos a garota de Niterói, Rio de Janeiro é jornalista da versão brasileira do site francês Puretrend. Mas a “bagagem” de moda dela já é vasta! Já foi cool hunter no Bureau de Estilo Renata Abranchs, parte da equipe Rio Etc, e assistente de marketing na grife carioca Leeloo.
Só de olhar já dá pra ver. Só podia ser leonina! e mais: com ascendente em leão. Ama tudo que é extravagante, suntuoso e chamativo. Como ela mesmo define “Já dizia Gilberto Gil ” quanto mais purpurina, melhor”". Ela é apaixonada por animal prints e paetês que considera atemporais. “Sofri quando rolou a tendência liberty. Tudo discreto demais.” Nos looks ela não dispensa a pegada urbana,com um toque rocker, jeans detonadinhos e lavagem acid.
Luiza mostrou pra gente as 10 coisas que definem bem seu estilo e personalidade e alguns looks!
Look para o dia.


“Se eu fosse definir um estilo para mim, sem dúvidas, eu o batizaria de “Brick Lane”. O mix entre peças vintage, com ares de que foi roubado da mãe e da avó, misturado a atitude subversiva e transgressora do rock, que pode ser glamurosa, sexy ou simplesmente rebelde.”
Look para noite.


“Tenho um acervo de roupas e acessórios bem grande. Não necessariamente de roupas assinadas, mas de muitos achados. Faço grandes descobertas fuxicando armários e revirando gavetas. Tenho certeza que tudo isso se reflete no meu visual, que tem clima bem ” brecholento”". Amo lenços e adoro usar turbantes ou fazer amarrações diferentes nos cabelos.”
Suas 10 coisas:
Lipstick, tic tac!

“Sou apaixonada por batons.Começou há mais ou menos uns três anos.Aos poucos fiz uma mini-coleção(com grande maioria da MAC, pela fixação e textura). Atualmente os meus favoritos são o Diva e o Rebel.Os dois têm uma cor puxada para o vinho/burgundy. Também amo o Honeylove (um nude que fica ótimo em pele negra!) e o Brave Red, um vermelho mais clássico.”
“Outra paixão são os relógios.Não tenho uma vasta coleção, mas os poucos que tenho,amo! O Casio dourado eu comprei durante uma viagem para NY e a versão prata no Ols Spitadfield Market, em Londres.”
Carry us all.

“Seja Rio-São Paulo ou Rio-Niterói, as “pontes” fazem parte da minha vida. Para mim não há nada que substitua a minha malinha em animal print. Adoro, para viagens mais curtas ou simplesmente deixá-la no porta mala do carro com um look extra. Minha companheira.”
Hey Minnie you’re so fine!

“Se eu fosse um acessório, provavelmente eu seria um par de óculos escuros. Acho que dá aquele arremate na produção uma armação bacana. No meu top 3 está o modelo redondinho à la Ozzy Osbourne, em modelo gatinho da Ralph Lauren e o Wayfarer, que pra mim é eterno!”
Rain! Rain!

“Meu guarda-chuva UK era pra ser um daqueles guarda-chuvas que a gente compra toda vez que as gotinhas nos pegam de surpresa. Mas hoje é a minha “umbrella” oficial,além de linda e resistente, me traz boas lembranças da época em que estive em Londres estudando na London College of Fashion.”
Living on the Wedge!

“Eu adoro Wedges! E antes de virar tendência , eu já os adorava e eram super difíceis de encontrar. Acho eles super confortáveis e versáteis, para mim é o sapato ideal para sair do trabalho e cair direto em programinha.”
Inside the box!

” A bolsinha em estilo Box é um dos achados do armário da minha mãe. Amo porque além de ser linda e sempre combinar com os meus looks de festa, ela é ótima pra levar dentro da mala com objetos mais delicados como colares,relógios ou perfumes.”
You got mail!

“Lenço é um acessório indispensável, principalmente para levar na mala. Sou louca por turbantes, portanto , quanto mais coloridos, melhor!”
Smile!

“A Holga case de iPhone foi um achado! Comprei em um site de Hong Kong. É uma case com vários filtros e lentes e faço várias brincadeiras. Meu iPhone é praticamente uma “lomo digital”.
Vamos a la playa!

“Amo maiôs! Como não pego sol, prefiro usar eles porque considero mega elegantes, estilosos, além de carregar um DNA vintage, que sou apaixonada!”
Pra seguir:
Quer ver outros 10 coisas? Clica aqui e veja todas as garotas que já participaram!
*Fotos: Carolina Vianna
criado mudo
Sempre me perguntam por aqui, ou no meu formspring sobre livros de moda. Confesso que sou viciada no gênero e tenho uma queda pelos que retratam a moda e sua importância na história do mundo.
A Marie ganhou de amigo oculto, ano passado, o livro “Cinquenta vestidos que mudaram o mundo.” E na mesma hora roubei pra mim peguei emprestado. O livro é uma delícia de ler. Leve, com muitas fotos, direto e informativo. Um passeio pelas décadas e seus vestidos mais marcantes. A viagem tem início no século xx, em 1915 quando o costureiro espanhol Mariano Fortuny criou um inovador vestido plissado e segue até o vestido de LED Hussein Chalayan de 2007. No meio do caminho você encontra modelos clássicos de Chanel nos anos 20, o pretinho básico de Givenchy dos anos 60, o vestido de noiva da princesa Diana e outros clássicos que vocês vão adorar saber um pouco mais da história.
Separei alguns pra vocês ficarem com vontade de ler mais!
1947 – O New Look
“Das ruínas da Europa pós guerra mundial, o New Look veio como uma explosão de otimismo que ressuscitou a indústria da alta – costura parisiense e delineou uma estética para a década de renovação econômica e social que se seguiu.
Christian Dior foi o responsável por definir uma nova era de irreverência, versatilidade e esperança. Dior tinha originalmente batizado seus lançamentos de Corolle e Huit, mas a editoria chefe da Harper’s Bazaar da época, colocou na capa “It’s a new look”! Assim, rebatizando e criando um clássico.”
1965 – Minivestido
“A juventude londrina dos anos 60 estava mais do que pronta para algo novo, supermoderno, ousado. E foi exatamente isso que Mary Quant apresentou. Mary encurtou a barra da saia criando um estilo provocante, rebelde e revelador. Uma inocência lúdica que anunciava o despertar de uma nova era. O estilo se espalhou e esse look virou referência de independência, diversão e inovação. A influência foi tão grande, que no final da década, até os vestidos da rainha estavam mais curtos.”
1977 – Frente única
“Nenhuma discoteca dos anos 70 que se prezasse ficaria completa sem mulheres vestidas com modelos de Halston. O clássico vestido do estilista, silhueta pregueada e frente única virou a cara da década das discotecas. Sensual, desinibida, divertida e livre. A liberdade, cara de uma época pré – aids e pós anos 60 quando as pessoas ainda lutavam por ela.
Halston e seus modelos tem a cara dos anos 70 já que vestia todas as atrizes de Hollywood e ícones de estilo como Bianca Jagger e Jackie Kennedy.”
1985 – Power dressing
“Casas enormes, cabelos volumosos, ombros largos… Anos 80, década do mulherão, do luxo, do brilho. Mais é mais. Da saia lápis e da ombreira. O estilo glamuroso e Kitsch tinha como um dos estilistas mais marcantes Nolan Miller que era responsável pelo figurino do seriado mais popular dos EUA, Dynasty. Ainda que difamado e ridicularizado, o visual power dressing com seu glamour exagerado e perverso, ainda é visto e copiado por grandes estilistas como Donatella Versace.”
1990 – Tubinho
” Deixando para trás todo o exagero e luxo dos anos 80, os anos 90 foram limpos, com modelos que pareciam simples e bem cortados.
Hoje Calvin Klein pode ser sinônimo de uma certa globalização, mas o estilista foi o precursor de um estilo clean e clássico que marcou toda a década de 90. O mundo deixava de lado os babados e plissados e procurava algo mais sutil, calmo, ar freco. E foi exatamente isso que Klein deu para o mundo com seu tubinho. O modelo mais minimalista, na cor branca ficou ainda mais popular quando foi usado por Alicia Silverstone no filme Clueless ( As Patricinhas de Beverly Hills) O look virou uniforme das baladeiras e item básico no guarda roupa de toda mulher.”
2001 – Samurai dress
“Alexander McQueen é um dos estilistas que melhor define os 00′s. Multitalentoso, irônico, ansioso. Buscava o novo revirando o passado. Uma das suas peças mais marcantes foi o vestido Samurai, carregado de erotismo com modelagem primorosa a peça reflete a vontade e habilidade dos novos tempos para sintetizar impulsos tradicionalistas e iconoclásticos.”
Esses são apenas seis exemplos e trechos do que vocês vão encontrar no livro. Uma delícia e você devora em dois dias no máximo! Pra ler já: Cinquenta vestidos que mudaram o mundo – editora Autêntica
comportamento
Já faz um tempo que o primeiro mundo está nesse balança-mas-não-cai… Vamos combinar, a economia dos Estados Unidos e da Europa não anda uma Gisele Bundchen faz tempo.
O maior problema dessa vez para a maior potência do mundo é que a solução não parece muito clara, já que tem dívidas que podem desencadear uma nova recessão.
Percebi que a coisa estava realmente ficando feia há um tempo, quando saiu a notícia que a agência de qualificação de crédito internacional Standard & Poor’s rebaixou a nota dos Estados Unidos do nível mais alto AAA, para AA+.
Olhando assim, você pode achar que não é grande coisa, mas para um país como os Estados Unidos que está acostumado a ser o país mais seguro when it comes to business é como ter que andar em um armadillo de Alexander McQueen. É chic, é fino, mas nada fácil.
No caso da Europa, não é de hoje que a economia é aquela socialite que mora no edifício Chopin mas não tem um real no bolso.
Se a essa altura da leitura você não acha mais que está lendo o GWSmag e sim alguma revista de economia, calma.
A questão é que a moda é um fator social, ligada às transformações da sociedade, política, religião, ciência e estética.
E pode ter certeza que se a gente, hoje em dia, deseja tanto um Miu Miu, grande parte desse desejo é do poder do seu país de origem. A mesma regra serve para aquela bolsa Mulberry ou a t-shirt podrinha da H&M.
Será que quando um país ou continente não é mais um exemplo do “o que eu quero ser quando eu crescer” as tendências ditadas por eles continuam sendo? Será que não vem por aí uma grande transformação no mundo fashion? Até porque eu não vejo a crise atual como uma crise econômica. Eu vejo a crise atual como uma crise de poder. A economia é só uma parcela disso tudo. Estamos vivendo uma mutação onde a opinião pública mais do que nunca está se perguntando porque deve aceitar certas situações.
Se na economia, os olhares se voltam para as novas potências, o mesmo deve acontecer no mundo fashion. E como os estilistas que estão acostumados a se inspirar na moda de lá, vão reagir a onda preto, cinza e bege que já invade o Prêt-à-porter? Talvez seja finalmente a hora de mostrar a tal identidade da moda brasileira. Não estou falando de bananas ou papagaios, estou falando daquilo que a gente só constrói quando não tem ninguém mais para ajudar.
comportamento
Depois de assistir o vídeo super cool que o Modices costanzas fez no SPFW homenageando a Costanza Pascolato eu comecei a me perguntar por que ainda não tinha começado a ler o livro dela. Tinha acabado de terminar “Um Dia” e o timming foi perfeito não para ler, mas para devorar “Confidencial – Segredos de moda, estilo e bem-viver”.
Uma coisa que me chama atenção logo de cara é que o livro foi publicado em 2009 pela primeira vez. E como se o tempo não tivesse passado, ele continua sendo referência para bloggers, jornalistas de moda e moças que querem aprender as dicas de vida valiosas da Costanza. Na realidade ela fala com tanta naturalidade sobre aprendizados que considera importantes que você nem sente as páginas avançando.
Esse definitivamente não é o tipo de livro que impõe. Daquele estilo “faça as unhas, cuide do cabelo dessa forma, tenha tais itens na bolsa e você será uma princesinha”. Longe disso. Ela é muito incrível. Educada, te deixa a vontade para não concordar com suas dicas, mas sobretudo, te faz pensar antes de ter uma opinião sobre o que acabou de ler.
A gente poderia até pensar que não está muito a fim de ficar aprendendo dicas de educação e moda classuda por que, enfim, nos consideramos muito descoladas para isso. Mas não cai nessa. Girl with style também precisa ter noção de mundo, de si mesma e sabedoria para lidar com tudo. Vai na minha, a Costanza sabe das coisas. E é muito legal aprender com ela.
















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