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Quinta-feira passada rolou no Circo Voador o show da banda britânica indie rock The Kooks. Ok, eu sabia que a banda era bem famosa aqui e que encontraria fãs fervorosos, mas confesso que fiquei surpresa com a lotação (máxima) do Circo e com a força e empolgação que a galera gritava cantava as músicas.
Pra quem não pode ir (e pra quem pode!), Carolina Vianna nossa fotógrafa favorita registrou alguns momentos do show. Confere aí:






Quem aí foi no show? Curtiram? Compartilhem o amor!
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É difícil saber ao certo qual foi a primeira boy band da história. Eu, assim como muitas outras pessoas, acredito que os Beatles tiveram (e muita) influência no que viria a ser a estrutura de uma.
Mas considerar os Beatles uma boy band seria desconsiderar os mesmos como uma das primeiras bandas de rock da história. Deixando santificado o que é santificado, vamos voltar para nosso tema de hoje.
Boy band é um termo usado para classificar uma banda pop formada por garotos, de geralmente cinco integrantes (existem alguns casos de um pouco menos ou um pouco mais) aonde todos cantam e dançam. O marketing é voltado para os jovens, a estética tem muita importância e as músicas são bem comerciais. Algumas bandas que tocam instrumentos ao longo da história foram consideradas boy bands, mas por não concordar com isso, vou ignorar esse fato.
Muita gente menospreza o talento e a importância desse tipo de banda na história da música, mas eu considero impossível ignorar uma fórmula tão popular há mais de 40 anos. Sim, sim. Mais de 40 anos. O formato como conhecemos (com algumas pequenas mudanças ao longo da história) foi criado pela gravadora Motown. A idéia era dar uma “polida” nos grupos de R&B e Soul para tornar o rítmo popular entre os brancos. Então misturaram o estilo com o doo wop (grupos vocais que estavam por todas as esquinas na América naquele tempo). Funcionou. E a primeira grande boy band da história nasceu em 1964, o Jackson 5 revelando ninguém menos que Michael Jackson.
Ali todos os ingredientes da primeira fórmula estava completo: Todos cantavam, dançavam, eram estilosos, bonitos e tinham carisma.
Nos anos 70 o estilo não morreu, mas poucas bandas se destacaram. Já nos anos 80, a fórmula finalmente voltou a mostrar seu poder para dominar o mundo e revelou bandas que viriam a ser grandes nomes do estilo.
A fórmula foi ficando mais e mais apurada e popular não só nos Estados Unidos mas na Europa, Ásia e América Latina.
Junto com os ingredientes da primeira fórmula, o ingrediente “secreto” que estaria presente em todas as futuras boy bands: Cada um tinha uma personalidade. Tinha o galã, o descolado, o tímido, o fofo, o “nerd”… Foi o início também do que conhecemos como “bandas fabricadas”, onde a formação de bandas não era orgânica e sim montada por algum empresário.
A latina Menudos (que revelou Ricky Martin) e a americana New Kids On The Block foram grandes nomes dos anos 80. E lançaram músicas clássicas como Não se reprima e Step by Step (certeza que mesmo se você não viveu na época conhece as músicas.)
Eu era muito nova quando os Menudos faziam sucesso, mas o New Kids On The Block eu “peguei” no começo dos anos 90. Mesmo muito criança (papo de 5 anos de idade) eu era super fã. Andava com o meu vinil na mão (“No More Games“) pra cima e pra baixo, dançava Step by Step (subindo e descendo a escada da minha casa, JURO) e suspirava pelo segundo amor da minha vida (o primeiro foi o Elvis): Jordan Knight. E foi ali que meu amor por boy bands começou. Pois é, não só de britpop vive a mente de Nuta.
Os anos 80 foram fundamentais para mostrar a força das boy bands, mas foi nos anos 90 que o estilo de fato se consagrou. Tivemos bandas como Take That, Boyzone, ‘N Sync (de Justin Timberlake), Westlife, 5ive e o fenômeno, Backstreet Boys.
Nos anos 90 o estilo também revelou e firmou vertentes. As Girls Bands (MUITO AMOR) que já tinham aparecido com força nos anos 80 firmaram território com nomes como Spice Girls e All Saints.
Surgiram as bandas mistas (com garotos e garotas) como os Steps e boy bands que “resgataram” as origens do estilo dos anos 60 saindo da vibe pop e assumindo um som R&B e gospel, como os grupos All-4-One e Boyz II Men.
Apesar de todo sucesso, nunca fui fã de Backstreet Boys. AMAVA Take That, Boyzone, ‘N Sync e 5ive. Aliás considero a inglesa Take That a melhor boy band dos anos 90. Foi a banda que revelou Robbie Willians e fizeram uma volta BRILHANTE em 2010 já como Man Band (como são chamados grupos com anos de carreira ou que separação e retornam) com o álbum incrível Progress. E o melhor: Não embarangaram. São todos gatos até hoje.
Mas antes (?) que esse post fique gigante, vamos ao real motivo dele ter sido escrito. Com esse 90′s revival na moda e na cultura pop, É CLARO que as boy bands vão voltar com tudo. Aliás, já estão voltando e foi por causa de uma banda em especial que eu resolvi escrever esse post. O nome? One Direction.
A banda britânica surgiu em 2010 no programa X- Factor e seu single de estreia, “What Makes You Beautiful” de 2011 alcançou a primeira posição no UK Singles Chart e em 2012 a banda começou a ser presença forte nos Estados Unidos e no resto do mundo. O One Direction segue a cartilha boy band tim, tim por tim, tim. E eu mesmo sendo velha para essa coisa toda, digo: eles fazem bonito e são uma graça. Aliás aposto minhas fichas que eles serão uma das maiores boy bands da história. E junto com isso, a febre das bandas de garotos vai voltar com tudo, certeza.
Então, fica a dica: Escutem as boy bands clássicas e escutem JÁ One Direction. E se preparem para uma Boy Band fever.
Beijos, N.
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Ontem rolou aqui no Rio de Janeiro, no Circo Voador o show da banda da Nova Zelândia, The Naked and Famous. Conhecida por hits como “Young Blood” e ”Punching in a Dream“.
Marie e nossa pau pra toda obra Carolina Vianna mostram pra gente um pouco do show e o estilo de quem estava por lá. E se você é de São Paulo, se liga que a banda faz show hoje por aí! no Cine Joia. Os ingressos custam R$ 120 e podem ser comprados pelo site.












Pra quem quer ver mais, tem outras que não entraram no post no nosso Tumblr, Pinterest e Facebook.
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Desde que The Runaways foi um sucesso mundial, consta nos arquivos do Rock ‘n’Roll a receita da banda feminina perfeita: reunir em um mesmo palco garotas lindas, estilosas, atrevidas e com talento suficiente para criar um hit atrás do outro. Preenchendo cada ingrediente dessa receita, aqui está Les Plastiscines.
Uma banda francesa, que tem na sua formação atual Katty Besnard (vocalista / guitarrista), Louise Basilien (baixo) Caroline (bateria) e Marine Neuilly (Guitarra) deixou a banda em fevereiro desse ano. O grupo que se formou em 2004 e tem como influência White Stripes, The Strokes, Blondie e The Kinks. O nome da banda também vem de uma das influências, Beatles já que Plastiscines foi tirado de um trecho da música ”Lucy in the sky with diamonds”.
As garotas vem caminhando bem no mundo da música! Com um som meio Garage Rock e indie, elas já alcançaram posição de destaque no iTunes com o single Barcelona. Possuem dois álbums com músicas em inglês e francês, LP1 de 2007 e About Love de 2009 e já fizeram participação em músicas de bandas como Panic! At The Disco e Cobra Starship (Fool Like Me e elas também são as garotas do clipe de Hot Mess).
Além da música ser delícia de ouvir, o estilo delas é de matar. Despojado, fashion e cheio de atitude. Peças básicas como t-shirts (a maioria de bandas) short, calça jeans, combat boots e blusa xadrez se misturam com peças mais finas como saias de paetês, salto alto, make e cabelo no maior estilo Brigitte Bardot. As garotas também já assinaram uma linha de camisetas para a PacSun em 2009.
Les Plasticines é banda de mulherzinha mesmo, com orgulho. O som, os looks, os clipes.
A boa nova é que as garotas estão chegando no Brasil! A Chilli Beans teve uma ideia incrível. Um cruzeiro exclusivo de 36 horas de festa non stop, com programação musical aberta ao público e nada menos que Plastiscines na noite do dia 9. A organização prevê ainda um cinema no deck, o Chilli Open Air, e o espaço Garage Band, com banda e palco, para quem quiser se arriscar.Pra quem curtiu e quiser saber mais sobre o cruzeiro que começa amanhã é só ir no site da Chilli Beans ! As garotas também tocam hoje, quarta – feira dia 07 de março em São Paulo no Beco e dia 10 sábado no Rio de Janeiro no Espaço Acústica.
Pra babar mais no estilo das garotas tem o tumblr, Fuck Yeah Plastiscines e o blog oficial das garotas que é atualizado por elas (tem até post falando da vinda ao Brasil) que também tem uma lojinha virtual, com peças bem legais.
Quem aí empolgou ir aos shows?
Beijos, N.
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Quando as meninas da Universal Music nos procuraram pra contar que tinham dois CDs do Mayer Hawthorne para sortear aqui no GWS a primeira coisa que a Nuta me disse foi: “Carol, não preciso nem falar que esse post é contigo, né?”. Pra vocês verem como eu sou fã.
Conheci Mayer Hawthorne no ano passado, não lembro muito bem em quais circunstâncias, mas só sei que amei desde o primeiro acorde. Maybe So Maybe No, do álbum Strange Arrangement, é provavelmente a música mais famosa dele e quando eu ouvi nem podia acreditar que ainda não conhecia esse cara. Daí não tinha mais como parar. Dei um Google e o resultado foi que adorei o look moderninho, jeito de bom moço e as músicas, uma melhor que a outra, me conquistaram de vez.
Hawthorne é realmente um artista completo. Produtor, cantor, músico, DJ. Nascido em Michigan, EUA, suas músicas tem fortes referências de jazz e soul. <3 Um ponto alto, que não posso deixar de citar por ser muito fã de hip hop também, foi a parceria Mayer Hawthorne + Snoop Dogg em Gangsta Luv. Ê delícia.
E, posso continuar babando o ovo? O cara é um show à parte, inacreditavelmente talentoso e com uma presença de palco incrível. E eu, que já era fã, surtei quando fui vê-lo no Circo Voador, aqui no Rio, na turnê do novo álbum How Do You Do. Um dos melhores shows da minha vida, sério. Ao vivo, ele e a banda (que também é f***) conseguem deixar as músicas ainda melhores, muitas vezes um pouco diferentes da versão do estúdio, misturadas às dancinhas que ensinam a plateia a fazer e quando você vê, já está lá se jogando como se não houvesse amanhã.
Ponto alto: Na hora do bis Hawthorne volta com uma garrafa de whisky (ele bebeu só água o show todo) e, super a vontade, serve o pessoal da banda como se estivesse numa reuniãozinha de amigos em casa. Ele vira pra plateia, tem alguém com um copo ali pedindo, ele serve a pessoa, no maior clima brotherhood. Vem outras com copo na mão, ele serve todo mundo na boa, se divertindo e a banda tocando ao fundo. Tem como não amar? Coisas que só o Circo Voador pode proporcionar.
Agora que já falei bastante por que eu curto tanto esse cara, acho que vocês já estão inspiradas (os) o suficiente pra gente ir pro sorteio. Então vamos ao que interessa:
Para concorrer a um CD How Do You Do do Mayer Hawthorne. É só se marcar na foto do cd no nosso facebook. A vencedora (ou vencedor) vai ser anunciado por lá nesta sexta-feira, dia 9.
*Por favor lembrem-se de habilitar o facebook de vocês para receber mensagens diretas de pessoas que não estão na sua lista de amigos. É por lá que vamos entrar em contato pra pegar os seus dados de envio do prêmio.
beijos, C.






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