cinema

04
fev

Decidimos que seria bacana voltar com a tag weekly update, mas dessa vez vamos expandir os horizontes assuntos e falar de tudo um pouquinho. Vocês gostam? Então vamos lá…

1- Madonna divulgou a capa de seu novo álbum ”M.D.N.A”. O primeiro single chama-se “Give Me All Your Luvin” (clique pra ver o vídeo) e será apresentado ao vivo no próximo domingo durante o intervalo do Superbowl. M.I.A e Nicki Minaj se juntam à apresentação. Será que vamos ver beijinhos na boca again? hehehe.

2- Depois de deixar todo mundo na expectativa de uma continuação do filme “Curtindo a Vida Adoidado” com o teaser que viralizou na web, finalmente ficou esclarecido que era apenas uma campanha nova da Honda para comemorar o lançamento de um novo carro. A propaganda tenta ser engraçadinha, mas nem é… Será exibida oficialmente no Superbowl também.

3- Lara Stone e Kate Moss foram fotografadas por Mario Testino para a capa da próxima Love Magazine. Na foto, elas usam orelhas de gatinho. #meooow. E reparem na jaqueta da Lara, toda rabiscada… lembraram de alguma coisa?

4- Rise and shine! Victoria Beckham está na capa de uma das nossas revistas favoritas, a i-D. A edição é a The Whatever The Weather e na entrevista ela fala sobre sua carreira como estilista, sobre se sentir bem na própria pele e sobre vestir a filha Harper Seven. Tô louca pra ler!

4- Malu Magalhães cresceu e apareceu. A garota tá linda e batendo na cara da sociedade com a nova música “Velha e Louca“. No maior estilo “não-tô-nem-aí-tomem-conta-das-suas-vidas”. Não satisfeita, ela ainda estrela sua primeira campanha de moda para a marca My Shoes. Veja mais fotos aqui.

5- Lana Del Rey não leva desaforo pra casa! Depois de ter sido criticada por sua apresentação no SNL (até Juliet Lewis meteu o bedelho e criticou a garota), a cantora responde dizendo que se sentiu ótima, que acha que estava muito bonita e cantando bem.#tuduntsss

6- Christina Aguilera não dá mais uma dentro, coitada! Convidada para cantar no funeral de Etta James, logo quando subiu ao palco, começou a sentir um líquido escorrendo pelas pernas (eeww). O brozeamento artificial não segurou a onda das luzes fortes do palco e começou a escorrer pelas pernas de Xtina! #poorgirl

7- A Harper’s Bazaar americana está com novo layout após dez anos. A revista que chegou recentemente ao Brasil, escolheu o mês de março para divulgar sua nova identidade e a cada vez mais musa Gwyneth Paltrow para a capa. (Vou confessar pra vocês que eu morria de implicância com ela, mas passou!)

 

música

08
dez

Dia desses, eu estava em uma dessas “andanças” pela internet quando completamente sem querer parei em um site que tocava ao fundo uma música muito gostosa que além de boa de ouvir, super me identifiquei com a mensagem da letra. Na mesma hora “dei” Shazam e descobri que o nome da banda era Friends e a música, I’m his girl.

O grupo foi formado em 2010 pela vocalista Samantha Urbani, Lesley Hann (baixo), Nikki Shapiro (guitarra), Oliver Duncan (bateria) e Matthew Molnar (teclado) depois que eles trabalharam juntos na cozinha do Angelica, um restaurante vegan no East Village, Brooklin. Sim, o Friends é mais uma banda nova iorquina. E da cena cool que não parece ter fim saída do Brooklin.

Eles são uma banda pop e não tem vergonha de assumir isso. A melhor forma de definir Friends é pop verão. Sabe aquela música delícia pra ficar na piscina o dia todo e de noite beber uns bons drinks com as amigas ou namorado? Essa é a vibe.

O  primeiro single da banda, lançado em julho desse ano, chama-se Friend Crush mas a música que me fez dar Shazam é o mais novo single do grupo, lançado em outubro chamado I’m His Girl. A música define exatamente o que eu considero um relacionamento bem sucedido tendo em vista que eu não acredito (mesmo) em homem fiel. (polêmica) Além do som girlie as garotas do Friends, Samantha e Lesley são lindas, estilosas e com muita atitude. E o mais legal de tudo. O nome Friends não é de bobeira. A galera é amiga mesmo, as garotas por exemplo se conhecem desde seus 8 anos de idade. (Olha essa entrevista aqui com elas que legal)

Dá o play aí e se liguem na minha música #playingforeversummeredition

 

música

24
nov

Atire a primeira pedra quem nunca se interessou por uma banda primeiro pelo visual, e só depois foi ouvir a música. Eu admito, foi assim que eu me interessei pelas Dum Dum Girls. Uma girl band que é a cara do GWS. A banda não é super nova, algumas de vocês já devem conhecer, foi formada em 2008 pela vocalista e guitarrista, Kristen Gundred (que usa o nome Dee Dee.) Mas só foi lancar seu primeiro álbum, “I Will Be”, em 2010.

Estéticamente as garotas tem um visual que eu batizei de fashion rocker. É visível toda a referência dos looks de bandas como Ramones, The Jesus and Mary Chain e Patti Smith, mas é visível também a pitada fashion que elas dão a esses looks, o que transforma qualquer visual que tinha tudo para ficar largado, masculino ou sujinho no légitimo look fashion rocker. Muito preto, roupas curtissímas, justas, couro, rendas, meia calça e batom vermelho.

Pra fazer a Dee Dee:

1- Sandália amarrações New Order R$269,00

2- Jaqueta de couro EVERLAST R$291,90

3- Meia Calça Loba Risca Larga Fio 70 Lupo Store R$16,50

4- Blusa caveira rendada My Philosophy na Estilo Exclusivo R$225,00

5- Óculos Cat Eye Oversized Shop Compre, Compre R$60,00

6- Turbante Leopard Punk Poney R$40,00

7- Batom Duda Molinos – Fire Lookeria R$35,90

8- Short alfaiataria O Q vestir R$319,00

Falando sobre música, elas lançaram em setembro o segundo álbum chamado “Only in Dreams”, que soa mais leve do que o primeiro, lançado em 2010. Eu particularmente gosto mais do som do segundo álbum. Com pegada de surf music, mais feminino. O primeiro single, “Bedroom Eyes” me lembrou muito The Pretenders, banda inglesa popular nos anos 80. Pra ser mais precisa, me lembrou a música Back On The Chain Gang (escuta aí e me diz) o som delas também me lembra The Pixies e The Smiths.

É gostoso de ver e ouvir Dum Dum Girls.

comportamento

14
nov

Já começo esse post dizendo: É um post de recalque. Se você conhece o mínimo sobre mim, sabe que sou apaixonada pelos anos 60 e principalmente pela subcultura MOD. Então, vocês imaginam o tamanho do meu ciúme quando vi um post maravilhoso sobre o assunto em um site amigo que não foi escrito por mim? Bom, aquela foi a gota d’água e eu tinha que me manifestar sobre isso. O site culpado foi o Modices, e o post é esse aqui. O post  já disse bastante sobre o MOD na moda, mas o foco aqui é outro. É pra fazer você entender de uma vez por todas o que foi, o que é e pra onde vai o movimento Modernist.

O MOD não reinava absoluto entre os jovens dos anos 60. Outro movimento tinha força e influência, o Rockabilly. Seus seguidores eram chamados de rockers e tinham estilo de vida bem diferente dos MODS e os grupos eram super rivais. Mas… como tudo isso começou?

No final dos anos 50 surgiu na Inglaterra um grupo de jovens chamado Teddy Boys que influenciados pelo Rock n’ Roll americano tinham cabelos com topetes e um pentado chamado duck’s arse. Roupas inspiradas na era Eduardiana, sapatos de sola alta, gravatas finas e cowboy tie. Foram um dos primeiros grupos a se tatuarem também. A fama desses garotos não era nada boa. A mídia sempre publicava sobre a violência e os tumultos que causavam. Devido essa massificação e má fama, o movimento acabou perdendo sua força e características entrando em decadência. Então esse grupo se dividiu em dois, os Ton Up Boys e os Coffee Bar Cats.

Os Ton Up Boys carregavam muitas características dos Teddy Boys. Gostavam do rock n’ Roll americano, motocicletas, roupas de couro, botas e eram machistas. As garotas usavam rabo de cavalo, saias rodadas midi, calças jeans dobradas e lenços no cabelo. Já o Coffee Bar Cats estavam mais ligados ao rock n’roll britânico e ao modern jazz. O visual sofria grande influência da Itália, paletós justos, parkas e scooters. As garotas cortavam os cabelos bem curtos ou longos com franja, botas cano alto, mini saia e shift dress. Eles também tinham a mente mais liberal e acreditavam que homens e mulheres podiam viver o mesmo estilo de vida.

No começo dos anos 60 esses grupos já estavam claramente separados. E já eram conhecidos como MODS (devirados dos Coffee Bar Cats) e Rockers (derivados dos Ton Up Boys)

Os mods não gostavam dos rockers porque achavam que eram truculentos, machistas e antigos. Os rockers não gostavam dos mods porque eles eram garotos de art school e com roupas afeminadas. À princípio as brigas dos grupos eram por questões como roupas e estilo de vida. Mas com o tempo se tornou uma questão cultural e gerou brigas campais, violentas e sangrentas como a que ficou conhecida como a “Batalha de Brighton” em 1964, que foi reproduzida no filme mod, “Quadrophenia”.

Musicalmente, eu me arrisco a dizer que tudo seria diferente se não fosse pelos mods e pelos rockers. Elvis Presley, Eddie Cochran and Gene Vincent, ídolos dos rockers, influenciaram e moldaram o rock americano como ele é conhecido hoje em dia. Assim como The Who, The Small Faces, The Kinks bandas do movimento mod influenciaram o rock britânico como conhecemos.

Você deve estar se perguntando… anos 60? E os Beatles nessa história toda? Espertamente, eles corriam por fora e nunca foram colocados em nenhuma categoria. Digo espertamente porque talvez, se naquela época eles tivessem vestido a camisa de algum movimento, não teriam se tornado o que são. Quem lembra da cena clássica do filme “A Hard Days Night” em que uma repórter pergunta para Ringo: “Are you a mod or a rocker?” e ele diz: “I’m a mocker”. Foi com essa postura que os Beatles passaram pelos anos 60. E se você acha que os mods usavam ternos por causa dos Beatles ou vice versa, você errou. A ideia dos Beatles usarem ternos foi do empresário, Brian Epstein que tinha acabado de voltar da França e “pescado” a tendência. Antes disso aliás, os Beatles tinham um visual beeem rocker… O que os torna definitivamente, mockers. hahahha

Voltando aos movimentos e suas influências, no começo dos anos 70 o Mod e o Rockabilly perderam força, e foram subistiuídos pelo movimento Hippie e Skinhead. Em 1978 surgiu o “Mod revival” uma tentativa de reviver a música e subcultura MOD. Nesse tempo surgiu a banda The Jam, do Paul Weller conhecido até hoje como pai do mod revival. O movimento foi forte, mas passageiro, e mais uma vez, foi deixado de lado desta vez pelo Punk Rock e New Wave.

Tudo mudou novamente nos anos 90, pra ser mais exata, em 1989 quando surgiu a banda inglesa Stone Roses, declarados fãs do movimento mod e carregados da influência tanto em suas músicas, como na estética da banda. Assim surge o movimento Britpop, filho do mod com bandas como Oasis, Blur, Suede, The Verve, Supergrass, Travis e Coldplay. O movimento teve seu auge em 1995 e durou até 2000. O britpop teve uma força e influência nos jovens ingleses tão grande quanto o mod nos anos 60. Mas, mais uma vez foi deixado de lado e dessa vez pelo indie rock.

Plageando Liam Gallagher no palco do Circo Voador semana passada: “No indies tonight“. A história acaba por aqui. No indies neste post.

música

09
nov

Finalmente, estamos de volta à vida. Bom, como vocês devem ter reparado, o site andou meio paradinho esses dias… Mas foi por uma causa pessoal muito nobre (hihi) essa semana foi dia de shows e festivais e se tem uma coisa que eu, Marie e Carol amamos, é música. Ficamos na missão de viajar, ir nos shows e tentar tiaetar nossas bandas favoritas do mundo que por coincidência estavam aqui na mesma semana. O Beady Eye, banda do Liam Gallagher ex vocalista do Oasis e motivo de devoção para mim e para Marie e o Hanson banda favorita da Carol Guido.

Foram muitos shows e eventos, mas o post de hoje é sobre o show do Beady Eye, dia 07/11/11 que rolou no Circo Voador no Eu Quero festival, da Farm.

A última vez que tínhamos visto Liam ao vivo tinha sido em 2009 em turnê com o Oasis. E agora na Beady Eye encontramos um Liam bem mais maduro, mais focado em dar o seu melhor em um show, preocupado com o som, preocupado com o público. Um Liam mais maduro. Talvez por saber que seu irmão mais velho não tá ali pra salvar sua pele e quem tem que segurar a onda agora, é ele.

Dava pra ver que aquele cara acostumado a tocar em grandes estádios estava estranhando tocar em um lugar como o Circo Voador, talvez se ele soubesse que aquele espaço é para os cariocas uma espécie de Cavern club ele teria focado nisso e esquecido do som do lugar que não ajudava em nada.

O importante foi: O show foi  lindo, galera estava alucinada cantando, pulando e gritando. Uma vibe bem diferente do show do Terra que a banda não conseguia achar seus fãs espalhados entre os fãs de Strokes.

Temos que tirar o chapéu pra organização e a ideia do evento. O Queremos (que foi uma das melhores invenções dos últimos anos) e a Farm capricharam.

Eu gostaria de ter feito posts enormes pra vocês sobre todos os shows do festival da Farm, do Planeta Terra, do show do Pearl Jam e do Hanson (foi maratona ou não foi?) mas a verdade é que a gente estava ocupada demais, se divertindo. Certeza que vocês nos entendem.

A boa notícia é: Hoje tudo volta ao normal por aqui no GWSmag e a semana promete vários posts novos.

Ah! tem uma outra boa notícia também. Levamos nossa fotógrafa do coração, a Carolina Vianna. E ela fez algumas fotinhas lindas do show. Confere aí:

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