música
A gente já fez um post com os Top 10 Covers que amamos, mas tem tanto tempo que tá mais que na hora de renovar a lista.
Não vou ordenar por preferência, mas dá licença que vou começar pela minha banda predileta, tá? E ainda tem influências da Nuta e Marie aí no meio também. Curte aê!
Hanson – Troublemaker (Cover de Weezer)
Wonder Girls – Nothin’ on You (Cover de Bruno Mars)
Ben l’Oncle Soul – Barbie Girl (Cover de Aqua)
Kate Nash – Fluorescent Adolescent (Cover de Arctic Monkeys)
The Big Pink – Sweet Dreams (Cover de Beyoncé)
Vazquez Sounds – Rolling In The Deep (Cover Adele)
Lily Allen – I’m Outta Time (Cover de Oasis)
Oasis - Cum On Feel The Noise (Cover de Quiet Riot)
Jayme Dee – Pumped Up Kicks (Cover de Foster The People)
Alanis Morissette – King Of Pain (Cover de The Police)
E aí, qual o seu cover preferido?
moda
Semana com altos e baixos! De vitórias a mortes, vamos saber o que agitou o mundo do entretenimento!
1- Lá no comecinho da semana rolou mais uma edição do Grammy. Adele foi a grande vencedora da noite e levou TO-DOS os prêmios em que foi indicada, inclusive o de melhor álbum do ano. Ela se apresentou cantando “Rolling In The Deep” (que também levou melhor canção AND melhor letra). Além de Adele, quem também dominou a noite foi o Foo Fighters representando o rock e levando cinco prêmios pra casa. #yougogirl #rockisalive
2- Essa semana também foi macada por duas perdas significativas, uma na música e outra na moda. Whitney Houston, diva máxima dos anos 90 foi encontrada morta em seu hotel um dia antes do Grammy, onde faria uma apresentação. Na premiação ganhou uma homenagem na voz de Jennifer Hudson que interpretou “I Will Always Love You”, a mais clássica da cantora. Quem também deixou este mundo foi Zelda Kaplan, a icônica figura do mundo da moda, famosa por suas roupas étnicas, chapéus e óculos enormes. Aos 95 anos, Zelda desmaiou na primeira fila em plena semana de moda novaiorquina. Sem piadas aqui.
3- Vamos falar de coisa boa? A Topshop confirmou abertura de loja no Brasil em São Paulo. Na loja vamos encontrar todas as linhas principais da marca, com a mesma coleção das araras de Londres (quero só ver!). Logo na inauguração, que será em Abril, já vamos poder conferir a parceria com Mary Katrantzou. #eopreço? #todasgritamfininhodeemoção
4- O vídeo mais comentado da semana foi o da musa mór Liv Tyler para Givenchy. Liv já é garota propaganda da marca há algum tempo e já deixa os marmanjos de plantão sem ar (ou pelo menos deveria) desde sempre. O vídeo é para promover o lançamento da nova fragrância “Very Irrésistible Givenchy Electric Rose” e traz a atriz cantando e sensualizando a música “Need You Tonight”, do INXS. Essa tem o rock’n'roll no sangue mesmo. <3
5- O GWS foi só alegria esta semana! Ganhamos em 3º lugar, um concuso de melhores blogs do Brasil. Foi promovido pelo Instituto Zuzu Angel e a Estácio de Sá e teve um monte de gente bacana no juri, um deles é o mais que admirado André Carvalhal, gerente de marketing da Farm. #emoçãosemfim. Além disso, mais um editorial saiu do forno do gelo! Nós adoramos fazer editoriais, pois é uma forma de mostrar muito bem todo o conceito do GWS. O fotógrafo da vez foi o também amigo Lucas Landau e as fotos foram feitas numa pista de patinação no gelo! E na brincadeira do verão no gelo, saiu o Hot’n'Cold. O make é uma explosão sessentista e a gente até preparou uma super dica de como fazer o make estilo 60′s.
6- O que não amar em Chloe Sevigny? Me digam! Ela (na minha humilde opinião) é uma das garotas de mais personalidade e estilo do showbusiness. Sem falar que ela é uma atriz incrível. Bom, e daí que ela saiu em um editorial maravilhoso para a revista Interview, em fotos superfemininas e sexies, clicada pelo fotógrafo Craig McDean. A entrevista fica por conta de Kim Gordon, do Sonic Youth, amiga de longa data, com quem ela falou sobre sua experiência trabalhando em “Hit and Miss”, nova minissérie estrelada por Chloe.
E por hoje é só! Já adianto que semana que vem não vai rolar o “weekly” por causa do carnaval. Divirtam-se!
Bjs, Marie.
comportamento
Já faz um tempo que o primeiro mundo está nesse balança-mas-não-cai… Vamos combinar, a economia dos Estados Unidos e da Europa não anda uma Gisele Bundchen faz tempo.
O maior problema dessa vez para a maior potência do mundo é que a solução não parece muito clara, já que tem dívidas que podem desencadear uma nova recessão.
Percebi que a coisa estava realmente ficando feia há um tempo, quando saiu a notícia que a agência de qualificação de crédito internacional Standard & Poor’s rebaixou a nota dos Estados Unidos do nível mais alto AAA, para AA+.
Olhando assim, você pode achar que não é grande coisa, mas para um país como os Estados Unidos que está acostumado a ser o país mais seguro when it comes to business é como ter que andar em um armadillo de Alexander McQueen. É chic, é fino, mas nada fácil.
No caso da Europa, não é de hoje que a economia é aquela socialite que mora no edifício Chopin mas não tem um real no bolso.
Se a essa altura da leitura você não acha mais que está lendo o GWSmag e sim alguma revista de economia, calma.
A questão é que a moda é um fator social, ligada às transformações da sociedade, política, religião, ciência e estética.
E pode ter certeza que se a gente, hoje em dia, deseja tanto um Miu Miu, grande parte desse desejo é do poder do seu país de origem. A mesma regra serve para aquela bolsa Mulberry ou a t-shirt podrinha da H&M.
Será que quando um país ou continente não é mais um exemplo do “o que eu quero ser quando eu crescer” as tendências ditadas por eles continuam sendo? Será que não vem por aí uma grande transformação no mundo fashion? Até porque eu não vejo a crise atual como uma crise econômica. Eu vejo a crise atual como uma crise de poder. A economia é só uma parcela disso tudo. Estamos vivendo uma mutação onde a opinião pública mais do que nunca está se perguntando porque deve aceitar certas situações.
Se na economia, os olhares se voltam para as novas potências, o mesmo deve acontecer no mundo fashion. E como os estilistas que estão acostumados a se inspirar na moda de lá, vão reagir a onda preto, cinza e bege que já invade o Prêt-à-porter? Talvez seja finalmente a hora de mostrar a tal identidade da moda brasileira. Não estou falando de bananas ou papagaios, estou falando daquilo que a gente só constrói quando não tem ninguém mais para ajudar.






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