comportamento

“Não ria de um jovem por suas afetações; ele só está experimentando uma face após outra para encontrar uma face própria.” – Logan Pearsall Smith


Outro dia, assistindo tv, dei de cara com o clipe de “Fifteen” da Taylor Swift. Ela não está exatamente entre meus ídolos musicais, mas acabei me deixando levar pela letra da música e lembrei de mim mesma quando era uma “teen“, tinha tanto estilo quanto uma toalha de mesa, jogava RPG e ouvia Hanson… Como a Taylor disse, eu realmente achava que já tinha entendido tudo, mas a verdade é que a vida, para mim, ainda ia começar.

Embalada por esse feeling, pedi pras meninas da equipe GWS_mag me contarem como elas eram nesses anos dourados de adolescência. Confiram aí em baixo como nós éramos quando ainda não éramos… Com quem será que vocês vão se identificar?

Boa leitura (e boas risadas)!

FERNANDA

Bom, eu não era muito sociável no colégio, aliás nem era de ter muitos amigos não, mas isso nunca fez com que eu não me divertisse muito, pelo contrário, eu era muito feliz e hoje penso: “nossa, eu era feliz e nem sabia”! Antes, lá pela 7ª, 8ª série até que me dedicava aos estudos e imaginava entrar na USP! Com o tempo, as coisas foram desandando e me tornei, no final do colégio uma vagal total! Peguei exame, quase repeti de ano… mas sabe? Não me arrependo, porque aproveitei cada instante daquela época com as coisas que me davam mais prazer, que eram basicamente estar com quem gosto, mesmo que algumas vezes, cabulando umas aulinhas… hehe

HELENA (eu!!!)

Sabem aquela menina que continua sendo criança quando todas já estão no terceiro namorado? Pois é, essa era eu. Ativa, boba, falante, alegre, interessada em tudo e com muito pouca noção do ridículo. Era popular e querida entre os colegas, mas, na verdade, pouco respeitada. Com o tempo, virei mocinha (huahuahauuah), aprendi a namorar, descobri que tinha muito menos amigos do que imaginava e que existia vida além do colégio. E a vida até hoje não parou de melhorar!

KARINA

Eu, aos 15 anos, passava por muita coisa: tinha acabado de perder 10 (!!!!) quilos, deixando de ser uma menininha gordinha e começando a desfrutar dos olhares masculinos (hehehe!). Amava mangás e cultura japonesa. Tinha acabado de sair da minha fase emo – eca!. Sonhava em ser uma advogada criminalista ou uma personal stylist – hoje em dia só quero ser juíza, hahaha. Minha idéia de moda era as Harajuku Girls, era viciada em Gwen Stefanni!

KARLA

Essa foto foi em 2003, eu tinha 15 anos na época. Nem precisa de muita legenda pra perceber que eu era a pessoa que os professores chamavam pra fazer brincadeiras e tititi… Até hoje essa parte não mudou muito, antes eu era mega sociável com professores e colegas, em compensação hoje… afff… Sou turista na faculdade, mas amiga dos professores. Desde meus 13 anos sempre convivi com pessoas de 5 a 10 anos mais velhas que eu, e hoje, depois de ter entrado 2 anos depois no curso certo, não tenho saco pra pivetada da minha sala, me sinto muito tia! Mas no fundo sou a mesma piveta de sempre, bem no fundo.

MARCELA

Nessa foto eu tinha 14 anos, 8a série. Estava na casa da minha amiga Pilar, que tinha uma casa iraaada na Gávea, onde quase todo fim de semana organizávamos sociais que davam o que falar no Sto. Agostinho. Essa foi a minha época piriguétchi, loira, suuuper bronzeada de praia… e insuportávelmente metida! Andava com o grupinho popular no colégio e vivia num mundinho a parte de festinhas de 15 anos, The O.C., garotos, garotos e mais garotos! Aiai, good times! Apesar dessa fase ter passado, adoro relembrar os tempos de colégio com minhas amigas (as melhores ainda são todas dessa época). Quem me vê hoje (tenho 19) até tem dificuldade de me reconhecer: brilho no escuro de tão branca, descoloro as sobrancelhas e, desde dezembro, estou ruiva.

SORAYA

Essa minha foto ilustra bem que eu era na época do colegial: uma pessoa retardada. Mas não retardada no sentido ruim, retardada no sentido de fazer e vestir o que me desse na telha, sem ter vergonha ou medo do que as pessoas achassem de mim. No colegial a minha maior preocupação eram as provas, diferente de hoje em dia, em que tenho que me preocupar com emprego, namorado, família e etc. Acho que era mais fácil ser feliz naquela época, do que hoje em dia!


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